segunda-feira, dezembro 13, 2010

Quem foi o Monitor em 2010?

  
Eu e minha filha Tatiana

Nesta minha última postagem gostaria de falar um pouco sobre minha trajetória inicial na Biblioteconomia e na FESPSP.


domingo, dezembro 12, 2010

Slides do II Seminário de Iniciação Científico da FESPSP

         
Entre os dias 06 à 10 de dezembro, fo realizado o II Seminário de Iniciação Científica da FESPSP. Nos dias 07 a 09 de dezembro os alunos da FaBCI realizaram as suas apresentações.

Neste post vocês podem conferir os slides da minha apresentação e os da apresentação dos alunos Denis Maimoni e Rebeka Savickas.


Balanço de 2010

    
Feliz 2010!!!

Não, não, eu não escrevi errado. Feliz 2010! Porque temos esse hábito de só felicitar o ano que ainda nem chegou e esquecer o ano que ainda está aqui conosco?

domingo, dezembro 05, 2010

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

    
Por Denis Maimoni

Bom, o interesse pelo curso de biblioteconomia começou cedo devido alguns problemas que tinha com a leitura na infância e para vencê-los me empenhei na leitura, e acabei me afeiçoando a cada dia mais e mais pelos livros, só que no passado não tinha idéia de que existia uma formação na área.

Depois mais tarde entrei no magistério, lá tive a oportunidade de ser voluntário na biblioteca onde a professora readptada Léia, a quem sou muito grato, me disse que tinha uma formação na área.

domingo, novembro 28, 2010

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

       


Por Tamara Cintra Leoni - 4. semestre noturno

Quando optei pelo curso de biblioteconomia, minha primeira motivação foi o fato do mercado de trabalho nesta área ser muito bom, se comparado a diversas outras áreas das ciências humanas. Assim sendo, optei pela FESP por saber que se tratava de uma instituição tradicional, séria e de prestígio.

Entrevista com Charlley Luz sobre o livro Arquivologia 2.0

    
Entrevista realizada pela aluna Alcione Pazetto

Alcione: Se apresente para os leitores do Blog, fale um pouco sobre você.

Charlley: Sou publicitário por profissão (já tive uma agência de publicidade no Rio Grande do Sul), sou bacharel em Arquivologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Também sou pós-graduado em Gerência de Sistemas e Serviços de Informação pela FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), onde agora sou professor convidado da disciplina de descrição arquivística no curso de Gestão de Documentos. Na prática sou especialista em projetos de Ciência da Informação em ambientes digitais, iniciei minha vida profissional como atendimento, mídia e planejamento em agências de propaganda por mais de dez anos, onde participei de campanhas publicitárias para empresas e organizações sociais do Rio Grande do Sul. Na área de internet trabalhei na wwwriters (uma startup de Porto Alegre) com a elaboração de projetos, no desenvolvimento e coleta de conteúdo, além de gerenciar projetos web e estruturar arquitetura de informação e conteúdo para clientes como Sebrae/RS, prefeituras municipais e governo estadual do RS. Na área empresarial atuei em clientes como Companhia Zaffari de Supermercados, Calçados Hush Puppies, Metalúrgica Mor, entre outros. Em 2006 passei a exercer a função de Consultor Web junto ao Grupo Conectt em São Paulço, desenvolvendo arquitetura de informação e de interface, além de consultoria em empresas de grande porte. Como Consultor de Ciência da Informação e Comunicação da Plena Consultores trabalho em projetos que são referência em ambientes digitais, como portais de governança corporativa e intranets. Atualmente realizo também pesquisas na área de Ciência da Informação como web semântica, metadados e arquitetura de informação.

Aluna da FaBCI apresenta trabalho no 10º CONIC/SEMESP

  
A aluna Bárbara Cristina Araújo Uehara (8. sem. noturno) apresentou o trabalho "O Bibliotecário como Arquiteto de Informação" durante o 10. Congresso Nacional de Iniciação Científica do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo – SEMESP. Bárbara foi orientada pela Profa. Dra. Telma de Carvalho.

No texto a seguir, Bárbara nos conta como foi sua participação no evento:

domingo, novembro 21, 2010

Tutoria Voluntária na FESPSP - Impressões

    
Por Maria Rosa Crespo

A ideia era tentar dar um apoio para os alunos que, por qualquer motivo, pudessem se sentir desconfortáveis na FESP. Questões relacionadas com o relacionamento com outros alunos, com a Faculdade, com algum professor, dificuldade de acompanhar determinada disciplina, etc. Os programas de tutoria de alunos mais velhos, ou ex-alunos, são mais conhecidos fora do Brasil. Eu mesma, não tinha conhecimento de alguma Faculdade brasileira com essa iniciativa.

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

     

Eu trabalhei por quatro anos em uma empresa de gestão do conhecimento. Nessa empresa, eu conheci algumas bibliotecárias, essas profissionais eram dotadas de habilidades e realmente faziam as coisas acontecerem. Naquele momento, eu descobri que a biblioteconomia era o que eu deveria estudar. Optei por essa graduação e estou muito feliz.

Slides do II Encontro de Estudos e Pesquisas em Catalogação

    
Os slides abaixo foram disponibilizados no blog Grupo de Estudos e Pesquisa em Catalogação

História e conceitos do controle bibliográfico no Brasil e no mundo - compac

Lançamento do livro: Arquivologia 2.0 na Biblioteca da FESPSP

No último dia 18/11, ocorreu o evento de lançamento do livro "Arquivologia 2.0: a informação digital humana, excertos de um arquivista 2.0 no mundo digital" de Charlley Luz.

Alguns alunos, professores e ex-alunos da FaBCI/FESPSP prestigiaram o evento.

Algumas fotos divulgadas pelo twitter da ex-aluna Laura Pimentel (@lr2p) e do autor Charlley Luz (@charlley).

Público aguardando o início da palestra

O autor Charlley Luz e a ex-aluna Laura Pimentel

Confira os slides apresentados sobre o livro:

Mais informações sobre o autor acesse: http://arquivistadoispontozero.wordpress.com/

http://twitter.com/charlley ou http://twitter.com/arquivista2

segunda-feira, novembro 15, 2010

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

Por Cristiane Laudemar Rodrigues Assis


Cristiane (no meio) e suas filhas

Meu nome é Cristiane Laudemar Rodrigues Assis,sempre gostei de estudar e fui boa aluna, nunca repeti de ano. Tenho 37 anos. Era uma das poucas meninas que gostavam de ler da minha turma. Terminei o segundo grau e fui trabalhar em um escritório com 18 anos.Trabalhei nesse escritório na vila olímpia por 3 anos. Casei-me aos 23 e fui mãe aos 24, tenho 2 filhas. Parei de estudar, acabei me acomodando. Fiquei 12 anos casada. Há dois estou separada. Devido a dificuldades financeiras voltei a trabalhar a mais ou menos 5 anos como diarista, na Vila Madalena. Trabalho nesta casa 3 vezes por semana e em outras 2 para completar.

Gosto do que faço e me acho uma boa profissional da área. Mas sempre pensei em ir mas longe, pois tenho 2 filhas e familiares que dependem de mim, sendo assim resolvi fazer um cursinho e tentar entrar em alguma faculdade pública no ano passado. Estudava aos sabádos das 9 as 16 horas na EDUCAFRO um cursinho pré-vestibular comunitário gratuito próximo á minha casa. A noite em alguns sabádos fazia reforço de redação e matemática em uma igreja evangélica que ministrava o curso, foi otímo.Consegui tirar 7 na redação do ENEM o ano passado!

Meu patrão e minha patroa , a quem sou eternamente gradecida, sabendo disso e conhecendo a FESP, me propuseram tentar o curso de Biblioteconomia que ele considera uma profissão de futuro e parecida comigo, me deu o site da FESP eu entrei olhei o currículo e me apaixonei, chegando a ler Olhai os Liríos do Campo só para entender o trabalho temático!

A príncipio ele disse que se eu passasse ele me ajudaria a pagar a faculdade,foi o dia mais feliz da minha vida. Hoje ele paga minha faculdade integralmente sem descontar nem um tostão. Sou abençoada. Me lembro e choro! Sou a primeira pessoa da minha família a cursar uma faculdade... Tem horas que penso que é um sonho! Mudar a realidade de muitas pessoas é minha meta.

Por isso tento sempre ser uma aluna dedicada, fazendo o melhor que posso. Sou apaixonada por leitura; adoro pesquisa. E pretendo melhorar ainda mais. Minha família me dá todo suporte cuidando das minhas filhas para mim; elas tem orgulho da mãe. Quanto as minhas expectativas em relação a área ? São as melhores sempre que tem alguma palestra sobre Ciência da Informação procuro ir e me inteirar de onde posso trabalhar futuramente. Amo a Biblioteconomia! Tenho certeza que irá crescer muito.

Estamos agora com o projeto de implementação da biblioteca dentro da FESPpreto, para mim que ainda não estou estagiando será uma experiência maravilhosa.

Queria agradecer todos os que me dão força, minhas amigas inseparáveis Ludymilla, Luciana, Rafaella, Thaissa... que estão comigo nos momentos fáceis e díficeis... Marcelo, uma das pessoas mais conscientes que conheço e toda minha classe, que tem o maior respeito por mim, jamais me discriminaram e os amigos que estou conhecendo nesta faculdade, da qual me orgulho muito em fazer parte!

O Futuro não é mais como era antigamente - Paulo Vasconcellos

No dia 10/11/2010, o consultor Paulo Vasconcellos fez uma palestra aos alunos da FaBCI/FESPSP e convidados sobre Gestão e sobre atual mercado.

A palestra foi realizada na sala 33 e os alunos do 8º, 6º, 4º e 2º semestres assistiram, juntamente com a Profº Renate Landshoff.

Também foi convidado para participar o consultor Sérgio Storch, que atua na área de Gestão do Conhecimento em empresas.

Paulo falou sobre:

As equipes de profissionais da Tecnologia em projetos de Gestão em empresas;

A questão do T e do I;

A relação da área de TI com a empresa e seus setores;

A importância da internet aliada a solução de problemas. O uso de idéias bem sucedidas.

Enfim, a palestra foi muito interessante toda a sala ficou atenta as dicas e intervenções do Sérgio, após cada fala do Paulo.

Para você entender mais do que foi apresentado, acesse os slides apresentados neste dia: http://www.pfvasconcellos.eti.br/downloads/OFuturo.pdf

Mais informações e contatos com o Paulo Vasconcellos, acesse o seu site oficial: http://www.pfvasconcellos.eti.br/blog/

As fotos abaixo foram tiradas durante a palestra:




Paulo Vasconcellos, Renate Landshoff e Sérgio Storch (Da esq. para a direita)

Paulo Vasconcellos, Renate Landshoff e Sérgio Storch (Da esq. para a direita)

Visita a Biblioteca Parque Espanha - Impressões

Por Léscia Jatobá

No dia 21 de setembro de 2010, fui para a Colômbia a fim de participar de um congresso de jovens universitários da ONG (Movimento Estudantil e Profissional de Terapia Integral – MET-SP) internacional da qual paço parte. Este congresso aconteceu de 24 a 26 de setembro; fim de congresso – que se realizou um pouco afastado da cidade de Cali –, fomos conhecer a cidade de Medellín e passar os últimos dias da viagem explorando a cidade.

Nossa primeira visita – e a melhor de todas – foi no Parque Biblioteca España! Que biblioteca linda! A mesma fica localizada no alto de um morro no meio de uma enorme favela – mas não era uma favela como as que temos aqui no Brasil; é uma favela limpa, organizada, que mais parece um bairro de periferia. Para chegar lá, precisamos tomar o Metrô e logo depois fazer baldeação com o Metrocable (Medellín é a única cidade da Colômbia que possui metrô e, também tem algo em comum com nossos metrôs – são as bibliotecas no metrô!). É muito alto o caminho até lá, mas a vista é linda! Ao lado da biblioteca, funciona uma escola e, quando chegamos lá, a biblioteca estava cheia de visitantes e alunos uniformizados. Confesso que nunca vi algo igual nem nas melhores bibliotecas que temos aqui.

Na entrada, uma funcionária revista nossas bolsas por questão de segurança, mas podemos entrar com as mesmas. Há um hall com sofás para aquele que quer apenas sentar, fazer nada ou ler um livro, uma revista, etc. O andar térreo, é dedicado aos pequeninos, chama-se Ludoteca. Cada andar era dedicado inteiramente a determinada faixa etária; primeiro andar, para infanto-juvenil; outro para jovens; outro para adultos. As bibliotecas em si pareciam muito iguais, mas havia o diferencial de ninguém estar perdido para fazer pesquisas ou para encontrar a literatura ideal para seu lazer (disseram-nos que as pessoas ali liam muito nos momentos de lazer). Os banheiros são muito limpos e bem conservados, sem vandalismo, etc. Existe um enorme auditório, que fica no prédio ao lado da biblioteca, onde acontecem os eventos culturais.

Fiquei apaixonada pelo Parque Biblioteca España, por sua organização, limpeza, educação por parte de funcionários e seu público e, principalmente, pelo fato ver o local onde essa biblioteca está localizada – no meio de uma favela no alto de um morro –, e perceber que é possível sim manter uma instituição como essa – ou como o Metrocable – sem sofrer vandalismo por parte de seus moradores, ao contrário, desfrutam e muito de todos esses benefícios. Medellín é considerada a cidade do povo gentil e, eu pude comprovar que isso é verdade!

Placa da Biblioteca

Escola vizinha a Biblioteca

Dentro da Biblioteca

Auditório (lado de fora)

Sala de leitura e pesquisa

Biblioteca infanto juvenil

Biblioteca dos adultos

Estação Biblio Metro

Entrada da Biblioteca

Dentro da Biblioteca

Estação Metrocable vista do alto

Ludoteca

Metrocable

Léscia, alunas colombianas e a amiga da Léscia (Da esquerda para a direita)

Subindo o morro no Metrocable

domingo, novembro 07, 2010

A FaBCI conhecendo a FESPSP: Grupo Acadêmico Pedagógico - GAP

Por Ana Flávia Guimarães

Desde 2006, a FESPSP vem implementando ações em seus cursos por uma nova orientação Acadêmico-Pedagógica que tem como algumas de suas principais premissas a busca por inovações na docência, no desenvolvimento de pesquisas e projetos, além do incentivo a atividades de enriquecimento curricular, grupos de estudos e de iniciação científica.

A partir dessa orientação Acadêmico-Pedagógica, a Instituição criou, em janeiro de 2007, o seu Grupo Acadêmico-Pedagógico (GAP), coordenado pela Secretária Geral da FESPSP, Ana Flávia de Faria Guimarães, e composto por Aldo Fornazieri, Diretor Acadêmico e pelos professores Eliana Asche, Ivan Russef e Márcia Arouca.

A idéia da formação do grupo nasceu a partir do objetivo de concentrar e de sistematizar algumas ações que já estavam em andamento na instituição, como Projeto de Língua Portuguesa, iniciado no 1º semestre de 2006, que passou a revisar a produção textual dos alunos ingressantes nos cursos de graduação para então criar um processo de acompanhamento por meio do qual se pode aferir as freqüências de erros e a evolução nos textos dos alunos no que se refere a questões gramaticais, de organização de idéias, argumentação e afins.

Outro exemplo de projeto que se iniciou no 2º semestre de 2006 é o processo de seleção e acompanhamento dos professores contratados a partir do Banco de Currículos FESPSP; um trabalho que consiste em analisar e ajustar junto com os professores os seus programas de disciplinas de maneira a utilizar da melhor maneira possível o tempo em sala de aula, bem como as possibilidades de aproveitamento do corpo discente.

Tendo sido aferida a eficácia destes e de outros projetos que eram realizados de maneira independente entre si dentro da Instituição é que surgiu a proposta de criação do GAP. “A partir de um determinado momento, consideramos importante que estes projetos tivessem um núcleo de referência; foi então que se pensou na formação deste grupo, dedicado a estudar permanentemente questões relacionadas às atividades pedagógicas”, conta Ana Flávia Guimarães, coordenadora do GAP.

Atualmente o grupo concentra cinco diferentes atividades que se relacionam e convergem entre si para o cumprimento de seus objetivos de aperfeiçoar as práticas pedagógicas. As atividades são:

1 – Projeto de Língua Portuguesa: a ação dirige-se aos alunos da graduação ingressantes de cada ano, desde o processo seletivo até o final do 1º ano do curso;

2 – Seleção e acompanhamento de novos docentes: o processo tem como foco os novos professores contratados pela Instituição, estendendo-se aos professores indicados pelos coordenadores de curso.

3 – Acompanhamento pedagógico para o semestre: atividade que consiste em acompanhar e influenciar o processo de planejamento dos cursos a cada semestre, de maneira a torná-lo adequado ao Projeto Acadêmico-Pedagógico da Instituição.

4 – Análise dos programas de disciplinas: realização de análise e elaboração de relatório dos programas de disciplinas para o coordenador de curso, a cada semestre a fim aprimorar o processo com os docentes.

5 – Avaliação Institucional: as ações realizadas pelo GAP fornecem subsídios qualitativos para o processo de avaliação anual da instituição, realizado a partir de exigência do MEC. Nas visitas das Comissões, o trabalho foi apresentado e bastante valorizado.

Procuramos obter com o GAP uma convergência das ações, que devem estar voltadas para a sala de aula, e assim promover o enriquecimento curricular dos alunos.

Esperamos também estimular os professores para que eles mesmos busquem essa convergência e ultrapassem sua disciplina, façam sugestões, busquem atualização, participem de atividades fora da instituição; estimulem enfim um aprendizado mais dinâmico, que amplie os horizontes do aluno ao invés de especializá-lo prematuramente, pois hoje temos a consciência de que a graduação é apenas o primeiro nível do ensino superior.

terça-feira, novembro 02, 2010

A FaBCI conhecendo a FESPSP: FESPSPreto

No dia 20/11/2009, alunos da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo organizaram o evento "Valores Afro na Formação Política e Cultural do Brasil” em comemoração ao dia da Consciência Negra. Este evento contou com palestras, feijoada, roda de samba e muita discussão em torno da condição atual do negro no Brasil. Na época este coletivo de alunos era denominado "FESPSPreto".

No dia 13/05/2010, data em que se comemora a Abolição da escravatura no Brasil, este mesmo grupo de alunos com o apoio e participação de alguns docentes fundam a Associação FESPSPRETO.

Nesta data a fundação ocorreu na Livraria do Adão e contou com a adesão de 76 sócios fundadores, dentre eles os idealizadores e membros da comissão organizadora: Otávio Silva Pereira, Adão, Thais Pereira, André, Ariane, Tadeu Augusto Matheus (T-Kaçula), Claúdio Aparecido Bispo de Souza (Claudião), Carolina Medeiros, Carioca, Zacarias, Tales, Paulo César Nascimento (PC). O Claúdio e o Paulo César são alunos da FaBCI.

Segundo texto do Blog da FESPSPRETO:
Associação Fespspreto é uma entidade, na forma prevista pelo Código Civil Brasileiro, sem fins lucrativos, que reúne, sob a forma de associação, os membros da sociedade civil brasileira interessados em discutir, estudar e divulgar temas da identidade racial negra, bem como promover manifestações culturais, estudos e pesquisas relacionadas a esses temas.

Mais informações podem ser obtidas no Blog da FESPSPreto

ou pelos emails:
fespspreto@gmail.com
comunicacao.fespspreto@gmail.com
secretaria.fespspreto@gmail.com

Abaixo seguem dois vídeos com os depoimentos do Tadeu e do Otávio sobre a Semana da Consciência Negra de 2009, evento organizado pela FESPSPreto:



O bibliotecário na Europa: formação e mercado de trabalho - Impressões

No dia 29/10/2010, foi comemorado o Dia Nacional do Livro e a FESPSP realizou algumas atividades e promoções para comemorar esta data.

Neste dia foi realizada a palestra "O bibliotecário na Europa: formação e mercado de trabalho" pelo Prof. Dr. José Antonio Moreiro González do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Universidade Carlos III de Madri, Espanha.

Nos dois períodos em que a palestra foi realizada, 9:00hs e 20:00hs, a sala 33 ficou lotada. Alunos, docentes e ex-alunos vieram prestigiar o evento. O palestrante apresentou um panorama da estrutura do curso de Biblioteconomia na Espanha, com ênfase na Universidade Carlos III, as possibilidades que o aluno possui para direcionar sua formação acadêmica.

Sobre estas possibilidades foi ressaltado os novos papéis que o docente e o discente devem exercer, não mais de mestre transmissor e aprendiz passivo, mas sim de parceria. O professor facilitador e o aluno autodidata, independente.

Também foi ressaltado o atual momento econômico da Espanha e as dificuldades no mercado de trabalho para os profissionais recém-formados, as exigências das empresas e a preocupação da academia com estes problemas.

Os slides abaixo foram utilizados na palestra do dia 29/10/2010 na FESPSP:


Estes slides são de outra palestra que o Profº Moreiro realizou na ECA-USP:


Algumas fotos foram divulgadas pela Marli Vasconcellos (8º semestre matutino) no Facebook, tomei a liberdade de copiar algumas e divulgar neste post. As três últimas são da platéia do período noturno.






segunda-feira, novembro 01, 2010

Mais sobre o XVI SNBU

Nas últimas semanas foram divulgadas impressões e outros materiais das apresentações realizadas no XVI SNBU. Neste post divulgarei mais sobre este evento, complementando o post "Tudo sobre o SNBU".

O Blog Na era da informação, mantido pela bibliotecária Paula Carina de Araújo foram destacadas algumas palestras e impressões. Clique aqui e leia os posts sobre o XVI SNBU.

A Revista Informação e Universidade - RevIU divulgou os trabalhos apresentados no SNBU que receberam nota máxima da Comissão Científica, dentre os trabalhos está o artigo escrito pela Profª Maria Imaculada da Conceição (docente dos cursos de pós-graduação da FESPSP). Clique aqui e leia os artigos.

Muitos slides foram disponibilizados no slideshare, abaixo destacamos algumas apresentações. Em especial os slides utilizados pelos representantes da OCLC - Online Computer Library Center na América Latina e Brasil.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Homenagem à Professora Carminda Nogueira de Castro Ferreira

Depoimento do ex-aluno Renato Alves de Morais sobre a aula especial realizada no dia 23/11/2009, onde a Profª Carminda Nogueira falou sobre as entidades de classe da biblioteconomia brasileira e suas experiências na área.

Por Renato Alves de Morais

Meu nome... Renato, mas minhas poucas palavras que seguem irão formar um relato sobre a Professora Carminda Nogueira de Castro Ferreira, que foi convidada a dar uma palestra, mas na verdade, sentou-se para bater um papo com a turma do 8º semestre do curso de Biblioteconomia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

De maneira formal e totalmente descontraída, aos seus 88 anos e com uma visão moderna, provou que não devemos jamais esperar que as mudanças aconteçam debaixo do nosso nariz sem fazer absolutamente nada. Demonstrou o quanto a terminologia da profissão de “bibliotecário” é variada e há diversas áreas de atuação.

Comparou o seu tempo de aluna, onde seus colegas eram mais interessados e procuravam realizar encontros para trocar experiências e hoje em dia os alunos não estão tão empenhados em realizar ou participar de encontros da área enquanto graduandos.

Falou também sobre o livro “Stupid White Men – Uma nação de idiotas” um fato que aconteceu nos EUA e demonstrou o quanto é forte a função e o profissional da informação... Essas diversas áreas têm a responsabilidade de gerar conhecimento para todo e qualquer profissional.

Podemos nos deparar com lideranças de todos os lados, enquanto a jovem Carminda apresentava de maneira totalmente natural a diversidade da profissão e seus desafios de cada dia.

Enfim, Carminda é um exemplo de que não devemos ficar parados esperando pelo avanço da tecnologia e não permitir ficar querendo exercer apenas a profissão de bibliotecários, existem muitas outras áreas de atuação do profissional da informação, gerente do conhecimento, arquiteto da informação, entre outras.

Façamos igual nossa e sempre professora Carminda, que com certeza até seus últimos dias pensava em como poderia aprender mais, conhecer mais e disseminar informação. Não devemos ficar parados, pois a informação corre e o mundo gira.

Impressões sobre a V Semana de Biblioteconomia da USP

Por Roberta Gravina - 6º semestre matutino

Entre os dias 27/09 e 01/10 ocorreu a V Semana de Biblioteconomia da USP, organizada e ministrada dentro das dependências da Cidade Universitária e, apesar de esta já ter sido noticiada pelo monitor científico FaBCI FESP nos boletins passados, gostaria aqui de deixar um relato sobre uma experiência em específico que, aos fespianos presentes, nos pareceu muito interessante.

Os alunos do curso de Biblioteconomia da USP desenvolveram uma atividade, apresentada no dia 29/09, cujo título foi “biblio.lab”. Trata-se de um conjunto de pequenas palestras, realizadas por profissionais da informação recém-formados, onde estes se propõem a contar ao público presente alguma de suas experiências acadêmicas enquanto alunos.

Neste ano de 2010 houve a primeira edição deste ciclo que, segundo seus próprios organizadores, pretende-se tornar recorrente e, inclusive, difundi-la as demais instituições que possuem cursos afins.

Após assistir às cinco colocações de ex-estudantes de diversas instituições, como a própria FESPSP representada pelo Jonathan de Brito Faria e seu tema de TCC “Reflexões sobre a imagem do bibliotecário”, percebemos que seria interessante um evento deste para, além de manter os bibliotecários recém-formados no circuito acadêmico, também trazê-los para expor os medos e aventuras de início de carreira aos que ainda estão trilhando o curso.

Fica aqui uma indicação de parceria entre a coordenação de eventos da FESPSP e os organizadores do biblio.lab, e também o web site oficial dos donos da ideia para que os interessados obtenham maiores informações: http://www.cabieca.com.br/semanabiblio/?page_id=9

Trabalhos da Comunidade FaBCI/FESPSP no SNBU


Ana Lúcia Victoretti - ex-aluna (formada em 2009) apresentando pôster: Recuperação da informação: sua trajetória e o comportamento do usuário.
Todos os links rementem aos trabalhos divulgados no site oficial do SNBU:
Análise das ferramentas Web disponibilizadas pelas bibliotecas da USP, UNESP e UNICAMP - Profª Vânia Martins Bueno de Oliveira Funaro e outros.

Sistema de gestão para linguagem documentária: metadados e rede colaborativa no Vocabulário Controlado do SIBI/USP - Profª Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos e outros.

A Gestão integrada de informações na FESPSP - Profª Valéria Martin Valls e Rosa Maria Andrade Grillo Beretta (Gerente de Informações)

Bibliotecas digitais e virtuais no contexto da EaD: serviços on-line para usuários remotos - Fabiana Andrade Pereira, Ana Luiza Araez Requena Sanches (ex-alunas FaBCI-FESPSP)

Processo de avaliação de instâncias da Rede BVS - Bárbara Cristina Araújo Uehara (aluna 8º semestre noturno) e Claudia Hofart Guzzo

Caso saibam de mais algum trabalho apresentado ou desenvolvido por algum membro da comunidade FaBCI/FESPSP e não esteja presente nesta lista, por favor, indique nos comentários.

Tudo sobre o SNBU/SIBDB 2010

Entre os dias 18 a 22/10/2010, aconteceu o 16º Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias e o 2º Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais, no Rio de Janeiro. Durante todos os dias de evento muitos participantes utilizaram o Twitter para comentar e opiniar sobre as palestras e o evento como um todo.

O uso do Twitter neste evento foi de grande utilidade para todos os profissionais que não puderam ir ao evento e que possuíam interesse pelos assuntos ali tratados.

Segue alguns links para os resumos dos quatro dias de SNBU divulgados no Blog "Bibliotecno" do Alex da Silveira. Clique nos títulos para ler os resumos de cada dia:

- Resumo do 1º dia

- Resumo do 2º dia

- Resumo do 3º dia
 
- Resumo do 4º dia

Outro documento interessante, desenvolvido e divulgado pós SNBU pelo Bibliotecário Moreno Barros (BSF) sobre como foi utilizado o twitter por alguns participantes.

O Professor Carlos Nepomuceno divulgou o áudio de sua fala na Mesa redonda "A Rede Mundial de computadores e o seu impacto na produção do conhecimento" Ouça abaixo este conteúdo:


Palestra Nepomuceno - SNBU - 20 de Outubro de 2010 from nepomuceno on Vimeo.

domingo, outubro 10, 2010

Palestra sobre preservação e conservação de acervos - Biblioteca Estadual da Baviera

Por Marina Santos (8º semestre noturno)

Palestra: Arquivamento do passado para o futuro: modernos métodos de preservação de acervo de biblioteca. O Centro de Digitalização da Biblioteca Estadual da Baviera

Palestrante: Margareth Wittke, historiadora especialista em história da antiguidade, arquivista e responsável pelo workflow de todo o processo de digitalização da Biblioteca Estadual da Baviera.

Dados gerais: A Biblioteca Estadual da Baviera possui 43 milhões de livros, na Alemanha é a 4º maior biblioteca de coleções de manuscritos. O centro de Digitalização possuía em 2002 cerca de cem mil livros on-line, em 2010 chega a 332.085, deste total, 42.703 foram digitalizados pela Biblioteca e 289.382 foram digitalizados pelo Google.

Principais pontos da palestra

Focos de digitalização: Parcerias com instituto de pesquisa; atualmente a digitalização esta em 1º plano.

Passos para digitalização: Retirada do depósito, escolha do titulo, bloqueio no catálogo, verificar a possibilidade de scanear levando em conta a preservação, ficha impressa com número de identificação e por fim envio para o setor de digitalização. A digitalização é feita em diferentes materiais, não só em livros.

Equipamentos: Qualidade, parâmetros para impressos modernos e antigos, diferentes tipos conforme cada tipo de material.

Fator de risco: Acontece principalmente em obras raras, sendo necessárias medidas para não danificar o livro. Por exemplo: scanner de luz fria e evitar mesa de vidro.

IBR - Instituto de Restauro de livros: o pessoal é treinado e avalia o material a ser digitalizado, autorizando ou não a digitalização.

ZEN - Possui a função de codificar na obra o registro, números, índice e um armazenamento permanente.

Ferramentas para digitalizar: Desenvolvimento da base OPEN-Source acessível para toda biblioteca, OAI data provedor, TOC editor xml, Editora on-line.

Cooperação da Biblioteca com o Google: Há um contrato para cerca de 750 mil livros em domínio público da Biblioteca Estadual da Baviera. Antes de se iniciar o processo, é feita uma avaliação dos equipamentos utilizados pelo Google, apenas os manuscritos não são digitalizados pelo Google. Existe uma logística acelerada, cerca de mil livros indo e voltando num período de 2 horas. O armazenamento é feito de forma automática sendo transferidos a noite por um setor terceirizado. Os armazenamentos permanentes usam os backups com robôs magnéticos. A qualidade do trabalho era sofrível e aos poucos esses processos vão sendo melhorados.

Custos: Necessitam de muitos recursos humanos o Google pode ser sem custo mais existem os paralelos da parte da tecnologia e do armazenamento.

Benefícios: É evidente que o Google possui mais condições para digitalizar uma quantidade maior de livros em sete anos, enquanto a biblioteca da Baviera demoraria vinte. Outro beneficio é a revisão de acervo, realizado pela biblioteca, reparando alguns erros. O processo de digitalização é uma forma de preservar um documento raro que poderá ser manuseado sem riscos.

Microfilme: A qualidade pode ser comprometida, mas facilita o acesso ao usuário.

Depoimento sobre o I Seminário de Iniciação Científica da FESPSP



Olá sou Marli de Fátima Santilone Vasconcellos, aluna do 8º Semestre de Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Participei do I Seminário de Iniciação Cientifica promovido pela FESPSP em 2009 com o Trabalho “Disseminação da Informação: do papel ao recurso eletrônico”.

Vou contar um pouco da minha trajetória, em agosto de 2008 inscrevi este trabalho no I Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da FESPSP, fui contemplada e em 2009 apresentei-o no I Seminário de Iniciação Cientifica promovido pela FESPSP. Experiência impar, primeiro começa com o desafio de escrever um artigo cientifico, depois pensamos todos vão ler, criticas vão surgir, isto porque nos colocamos em uma vitrine de trabalhos, outra etapa a apresentação oral, uma banca de professores convidados, enfim, tudo para pensarmos em desistir. Engano quem pensou assim, essas etapas são e foram essenciais para minha formação acadêmica. Não deixe a timidez, a vergonha, o medo, a falta de tempo te impedir de tomar uma atitude. Pense primeiramente que você é aluno, e é neste período que formamos nosso escopo profissional, então se permita acertar e errar e aprender com essa experiência. Venha, participe, inscreva seu trabalho, aquele que você fez no 1º semestre, vamos lá quanto mais alunos participarem mais seremos uma classe de profissionais unidos, vamos aprender a compartilhar, fazemos tanto isso no mundo virtual no Twitter, Facebook, vamos fazer também no mundo presencial.
Recentemente estive em uma aula sobre mestrado na ECA/USP, sabe o que conta muito ponto... Produção cientifica e esse trabalho que apresentei no I Seminário de Iniciação Científica da FESPSP fez a diferença no meu currículo.
Venha participe, eu não vou perder esta oportunidade estarei apresentando outro trabalho no II Seminário de Iniciação Cientifica.
Dúvidas?
Estou à disposição para conversarmos nos corredores e ou nas redes sociais ENTRE EM CONTATO
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segunda-feira, outubro 04, 2010

Slides da V Semana de Biblioteconomia da ECA-USP

Para melhor visualização clique no botão "Full" presente na parte inferior da janela da apresentação.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

Por Melissa Isabel Campanini

Me interessei pela biblioteconomia um pouco tarde. Quando tinha 17 anos não fazia a mínima idéia do que fazer da vida. Minha mãe sugeriu a biblioteconomia após ler a descrição da profissão no Guia do Estudante, eu como uma boa adolescente falei que ela não me conhecia direito e não sabia de nada. Adolescentes sempre sabem de tudo, né?

Resolvi então cursar Letras, que abandonei 1 ano depois. Fiz algum tempo de cursinho e alguns testes vocacionais, que indicaram a área de comunicação. Comecei a fazer Rádio e TV, e mais uma vez, passado 1 ano desisti. Acho que o resultado foi Comunicação porque eu falo pelos cotovelos.

Minha mãe por sua vez, nesse meio tempo, convenceu minha irmã mais nova a fazer Biblioteconomia. Acho que ela queria ter uma filha Bibliotecária de qualquer jeito!

Fiquei alguns anos ajudando meu pai em sua micro-empresa, e depois de um tempo comecei a trabalhar como recepcionista em um banco. As pessoas não costumam ser muito simpáticas com os trabalhadores da área de atendimento, nesse momento decidi que voltaria a estudar.

Conversando com minha irmã sobre o curso de Biblioteconomia, achei as matérias muito interessantes, e gostei das diversas oportunidades de áreas de atuação do profissional. Então finalmente realizei o sonho da minha mãe, faria um curso universitário, para pelo menos ter um sela especial se fosse presa (hoje nem isso mais temos, rs).

Logo no 1º semestre consegui um estágio na Scielo, no setor de marcação. Após 8 meses, tive a possibilidade de trabalhar como estagiária na Câmara Municipal de São Paulo, onde me encontro no momento.

Me sinto realizada, e feliz por finalmente ter encontrando uma faculdade que gosto e sinto prazer em cursar. Minha mãe estava certa no final, mas quando as mães não estão, não é verdade?

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?

Por Renato Galdino - 6º semestre matutino

No início era uma dúvida, hoje é a certeza da sonhada realização profissional. Tomei conhecimento do curso de Biblioteconomia através de um amigo, o total desconhecimento sobre a área de atuação me incentivou a buscar informações sobre o tema, essas pesquisas me levaram a FaBCI.

As dúvidas quanto ao caminho a trilhar amadureceram minhas idéias, o amplo campo de atuação do profissional Bibliotecário se choca com o pioneirismo e as novas tecnologias, mas o desafio de poder buscar novos horizontes me deixam tranquilo quanto a minha escolha, [...] o que no início era dúvida, se tornou a certeza da sonhada realização profissional.

domingo, setembro 26, 2010

Depoimentos da visita a Biblioteca Nacional

"A visita técnica nos serviu verdadeiramente como um laboratório e num cenário incrível. Muitos se abrilhantaram por departamentos específicos. Conhecer a operacionalidade da BN com certeza ajudou à todos! Parabéns à iniciativa dos Professores envolvidos e a Coordenação da FESP."

Thaíssa Figlia (2º semestre noturno)

"Realmente foi uma ótima visita, maravilhosa experiência, deu para expandir ainda mais nossos horizontes. Agradeço à todos pelas maravilhosas lembranças que me deram de presente nessa viagem. Parabéns à todos os professores!"

Ludmylla Sá (2º semestre noturno)

“A visita à Biblioteca Nacional foi muito interessante, foi apresentado para o grupo algumas áreas em que os profissionais da Biblioteca Nacional trabalham, são bibliotecários que amam sua profissão eles nos passaram com muita convicção os seus serviços. A percepção que observei dos profissionais da BN foi a certeza das informações que foram passados para o grupo, a forma de como eles tratam os livros/documentos até a conservação e preservação, achei muito importante, pois os profissionais analisam até os detalhes, para qual setor vai ser arquivado cada obra. Muitos profissionais dos setores que visitamos souberam contar a história de como as obras chegaram no arquivo e de como devem ser tratados e arquivados, principalmente quando chegam os livros na Biblioteca Nacional, tem sua particularidade e especialidade. Fiquei impressionada quando entramos no depósito onde as obras são condicionadas, a estrutura da Biblioteca Nacional é muito grande, em cada área que visitamos o ambiente é um pouco diferente uma das outras a de Manuscrito é diferente da de Obras Raras, os setores de Restauração e Conservação são arejados a forma de como é restaurado, um trabalho muito bonito, o sistema que eles usam é bastante interessante, a parte onde são lavadas as obras da biblioteca é muito interessante também, a área de digitalização que fica na parte inferior da biblioteca é muito detalhista os serviços destes profissionais, onde cada um faz sua parte.
A importância do cofre onde são acondicionadas as obras digitalizadas após sua digitalização, sendo que todos os profissionais explicaram a importância dos mesmos.
As obras que foram mostradas na área de Manuscritos e Obras Raras, realmente são relíquias que deveriam ser apreciadas por todos.
De tudo, o que eu mais admirei e achei bonito foi a forma de como os profissionais da Biblioteca Nacional se referiam a biblioteca, eles não diziam simplismente biblioteca, mas sim a palavra “casa” isso foi muito gratificante porque é algo diferente eles falavam com satisfação e prazer, e isso realmente foi muito gratificante.”

Daniela Paliotta (2º semestre noturno)

"Realmente a Biblioteca Nacional é o lugar mais importante e magnífico do Brasil. As coisas funcionam, os profissionais trabalham com carinho e amor, sabem cuidar com prazer e satisfação de um acervo sobre nossa história.
Me apaixonei por cada minuto e cada canto que passamos da Biblioteca Nacional, os mais marcantes foram: Conservação e restauro; Manuscritos e Obras Raras. As três áreas são de grande prestígio para se trabalhar, uma vez que, gostaria muito de trabalhar em algumas dessas áreas e se possível naquele lugar lindo, aconchegante, enfim, indescritível. Cada processo feito em conservação e restauro é como se ressucitassem algo que é dado como perda total, os manuscritos são de arrepiar quando se vê obras minuciosas feitas inteiras à mão e obras raras o nome já diz tudo por si só.
As explicações foram bem esclarecidas.
Sem mais, parabenizo a Professora Andréia pela excurssão ótima e perfeita que ela organizou, à todos que participaram, aos profissionais que foram super atenciosos e logicamente ao D. João VI."

Livia Vaz (2º semestre noturno)

Por que me interessei pelo curso de biblioteconomia?


Por Héber Terra

Meu nome é Héber Terra, sou estudante do 8º semestre noturno do curso de Biblioteconomia. Sou fã de MPB, literatura, tecnologia e um bom vinho. Nas horas vagas, coisa rara na vida de estudante, me dedico ao estudo da música e ao violão clássico. Tive a oportunidade de conhecer a área de Biblioteconomia no ano de 2000 através de um amigo, até então estudante de Biblioteconomia pela FESPSP – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.
No mesmo ano, comecei a trabalhar em uma biblioteca universitária no setor de referência permanecendo por um período de quatro anos. Foi um período muito interessante, pois quando se tem a oportunidade de trabalhar no setor de referência você aprende muito todos os dias, isso me fascinou. No ano de 2006 ingressei no curso. Atualmente sou responsável pela Midiateca do colégio particular I. L Peretz situado na zona sul de São Paulo.
O Centro de informação do colégio é chamado de Midiateca porque uma de suas características particulares é o fato de suas dependências e equipamentos serem utilizados diariamente para a ministração de aulas pelos professores da instituição, pois além dela dispor de suportes informacionais concernentes a um centro de informação tradicional, ela também dispõe de recursos e suportes tecnológicos que ajudam o professor trabalhar alguns conteúdos de uma forma mais interativa com os alunos dentro do espaço. Felizmente com o advento das novas tecnologias, o estereótipo do profissional que até então era conhecido somente como alguém que “arruma livros na estante” está caindo por terra e ganhando o reconhecimento de um profissional multidisciplinar que organiza e trata informações em qualquer suporte e ambiente, seja físico ou virtual.
Vivemos na era da informação e da tecnologia, na qual o bibliotecário do século XXl precisa ter as competências para trabalhar com as variedades de mídias interativas que permitem o acesso à informação. Ele precisa ser um profissional dinâmico e criativo, que tenha o conhecimento dos mecanismos virtuais de busca da informação e outros recursos digitais que possibilitam usar a tecnologia para criar novos serviços na biblioteca e gerar uma maior interatividade com os seus usuários.