segunda-feira, outubro 25, 2010

Homenagem à Professora Carminda Nogueira de Castro Ferreira

Depoimento do ex-aluno Renato Alves de Morais sobre a aula especial realizada no dia 23/11/2009, onde a Profª Carminda Nogueira falou sobre as entidades de classe da biblioteconomia brasileira e suas experiências na área.

Por Renato Alves de Morais

Meu nome... Renato, mas minhas poucas palavras que seguem irão formar um relato sobre a Professora Carminda Nogueira de Castro Ferreira, que foi convidada a dar uma palestra, mas na verdade, sentou-se para bater um papo com a turma do 8º semestre do curso de Biblioteconomia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

De maneira formal e totalmente descontraída, aos seus 88 anos e com uma visão moderna, provou que não devemos jamais esperar que as mudanças aconteçam debaixo do nosso nariz sem fazer absolutamente nada. Demonstrou o quanto a terminologia da profissão de “bibliotecário” é variada e há diversas áreas de atuação.

Comparou o seu tempo de aluna, onde seus colegas eram mais interessados e procuravam realizar encontros para trocar experiências e hoje em dia os alunos não estão tão empenhados em realizar ou participar de encontros da área enquanto graduandos.

Falou também sobre o livro “Stupid White Men – Uma nação de idiotas” um fato que aconteceu nos EUA e demonstrou o quanto é forte a função e o profissional da informação... Essas diversas áreas têm a responsabilidade de gerar conhecimento para todo e qualquer profissional.

Podemos nos deparar com lideranças de todos os lados, enquanto a jovem Carminda apresentava de maneira totalmente natural a diversidade da profissão e seus desafios de cada dia.

Enfim, Carminda é um exemplo de que não devemos ficar parados esperando pelo avanço da tecnologia e não permitir ficar querendo exercer apenas a profissão de bibliotecários, existem muitas outras áreas de atuação do profissional da informação, gerente do conhecimento, arquiteto da informação, entre outras.

Façamos igual nossa e sempre professora Carminda, que com certeza até seus últimos dias pensava em como poderia aprender mais, conhecer mais e disseminar informação. Não devemos ficar parados, pois a informação corre e o mundo gira.

Impressões sobre a V Semana de Biblioteconomia da USP

Por Roberta Gravina - 6º semestre matutino

Entre os dias 27/09 e 01/10 ocorreu a V Semana de Biblioteconomia da USP, organizada e ministrada dentro das dependências da Cidade Universitária e, apesar de esta já ter sido noticiada pelo monitor científico FaBCI FESP nos boletins passados, gostaria aqui de deixar um relato sobre uma experiência em específico que, aos fespianos presentes, nos pareceu muito interessante.

Os alunos do curso de Biblioteconomia da USP desenvolveram uma atividade, apresentada no dia 29/09, cujo título foi “biblio.lab”. Trata-se de um conjunto de pequenas palestras, realizadas por profissionais da informação recém-formados, onde estes se propõem a contar ao público presente alguma de suas experiências acadêmicas enquanto alunos.

Neste ano de 2010 houve a primeira edição deste ciclo que, segundo seus próprios organizadores, pretende-se tornar recorrente e, inclusive, difundi-la as demais instituições que possuem cursos afins.

Após assistir às cinco colocações de ex-estudantes de diversas instituições, como a própria FESPSP representada pelo Jonathan de Brito Faria e seu tema de TCC “Reflexões sobre a imagem do bibliotecário”, percebemos que seria interessante um evento deste para, além de manter os bibliotecários recém-formados no circuito acadêmico, também trazê-los para expor os medos e aventuras de início de carreira aos que ainda estão trilhando o curso.

Fica aqui uma indicação de parceria entre a coordenação de eventos da FESPSP e os organizadores do biblio.lab, e também o web site oficial dos donos da ideia para que os interessados obtenham maiores informações: http://www.cabieca.com.br/semanabiblio/?page_id=9

Trabalhos da Comunidade FaBCI/FESPSP no SNBU


Ana Lúcia Victoretti - ex-aluna (formada em 2009) apresentando pôster: Recuperação da informação: sua trajetória e o comportamento do usuário.
Todos os links rementem aos trabalhos divulgados no site oficial do SNBU:
Análise das ferramentas Web disponibilizadas pelas bibliotecas da USP, UNESP e UNICAMP - Profª Vânia Martins Bueno de Oliveira Funaro e outros.

Sistema de gestão para linguagem documentária: metadados e rede colaborativa no Vocabulário Controlado do SIBI/USP - Profª Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos e outros.

A Gestão integrada de informações na FESPSP - Profª Valéria Martin Valls e Rosa Maria Andrade Grillo Beretta (Gerente de Informações)

Bibliotecas digitais e virtuais no contexto da EaD: serviços on-line para usuários remotos - Fabiana Andrade Pereira, Ana Luiza Araez Requena Sanches (ex-alunas FaBCI-FESPSP)

Processo de avaliação de instâncias da Rede BVS - Bárbara Cristina Araújo Uehara (aluna 8º semestre noturno) e Claudia Hofart Guzzo

Caso saibam de mais algum trabalho apresentado ou desenvolvido por algum membro da comunidade FaBCI/FESPSP e não esteja presente nesta lista, por favor, indique nos comentários.

Tudo sobre o SNBU/SIBDB 2010

Entre os dias 18 a 22/10/2010, aconteceu o 16º Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias e o 2º Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais, no Rio de Janeiro. Durante todos os dias de evento muitos participantes utilizaram o Twitter para comentar e opiniar sobre as palestras e o evento como um todo.

O uso do Twitter neste evento foi de grande utilidade para todos os profissionais que não puderam ir ao evento e que possuíam interesse pelos assuntos ali tratados.

Segue alguns links para os resumos dos quatro dias de SNBU divulgados no Blog "Bibliotecno" do Alex da Silveira. Clique nos títulos para ler os resumos de cada dia:

- Resumo do 1º dia

- Resumo do 2º dia

- Resumo do 3º dia
 
- Resumo do 4º dia

Outro documento interessante, desenvolvido e divulgado pós SNBU pelo Bibliotecário Moreno Barros (BSF) sobre como foi utilizado o twitter por alguns participantes.

O Professor Carlos Nepomuceno divulgou o áudio de sua fala na Mesa redonda "A Rede Mundial de computadores e o seu impacto na produção do conhecimento" Ouça abaixo este conteúdo:


Palestra Nepomuceno - SNBU - 20 de Outubro de 2010 from nepomuceno on Vimeo.

domingo, outubro 10, 2010

Palestra sobre preservação e conservação de acervos - Biblioteca Estadual da Baviera

Por Marina Santos (8º semestre noturno)

Palestra: Arquivamento do passado para o futuro: modernos métodos de preservação de acervo de biblioteca. O Centro de Digitalização da Biblioteca Estadual da Baviera

Palestrante: Margareth Wittke, historiadora especialista em história da antiguidade, arquivista e responsável pelo workflow de todo o processo de digitalização da Biblioteca Estadual da Baviera.

Dados gerais: A Biblioteca Estadual da Baviera possui 43 milhões de livros, na Alemanha é a 4º maior biblioteca de coleções de manuscritos. O centro de Digitalização possuía em 2002 cerca de cem mil livros on-line, em 2010 chega a 332.085, deste total, 42.703 foram digitalizados pela Biblioteca e 289.382 foram digitalizados pelo Google.

Principais pontos da palestra

Focos de digitalização: Parcerias com instituto de pesquisa; atualmente a digitalização esta em 1º plano.

Passos para digitalização: Retirada do depósito, escolha do titulo, bloqueio no catálogo, verificar a possibilidade de scanear levando em conta a preservação, ficha impressa com número de identificação e por fim envio para o setor de digitalização. A digitalização é feita em diferentes materiais, não só em livros.

Equipamentos: Qualidade, parâmetros para impressos modernos e antigos, diferentes tipos conforme cada tipo de material.

Fator de risco: Acontece principalmente em obras raras, sendo necessárias medidas para não danificar o livro. Por exemplo: scanner de luz fria e evitar mesa de vidro.

IBR - Instituto de Restauro de livros: o pessoal é treinado e avalia o material a ser digitalizado, autorizando ou não a digitalização.

ZEN - Possui a função de codificar na obra o registro, números, índice e um armazenamento permanente.

Ferramentas para digitalizar: Desenvolvimento da base OPEN-Source acessível para toda biblioteca, OAI data provedor, TOC editor xml, Editora on-line.

Cooperação da Biblioteca com o Google: Há um contrato para cerca de 750 mil livros em domínio público da Biblioteca Estadual da Baviera. Antes de se iniciar o processo, é feita uma avaliação dos equipamentos utilizados pelo Google, apenas os manuscritos não são digitalizados pelo Google. Existe uma logística acelerada, cerca de mil livros indo e voltando num período de 2 horas. O armazenamento é feito de forma automática sendo transferidos a noite por um setor terceirizado. Os armazenamentos permanentes usam os backups com robôs magnéticos. A qualidade do trabalho era sofrível e aos poucos esses processos vão sendo melhorados.

Custos: Necessitam de muitos recursos humanos o Google pode ser sem custo mais existem os paralelos da parte da tecnologia e do armazenamento.

Benefícios: É evidente que o Google possui mais condições para digitalizar uma quantidade maior de livros em sete anos, enquanto a biblioteca da Baviera demoraria vinte. Outro beneficio é a revisão de acervo, realizado pela biblioteca, reparando alguns erros. O processo de digitalização é uma forma de preservar um documento raro que poderá ser manuseado sem riscos.

Microfilme: A qualidade pode ser comprometida, mas facilita o acesso ao usuário.

Depoimento sobre o I Seminário de Iniciação Científica da FESPSP



Olá sou Marli de Fátima Santilone Vasconcellos, aluna do 8º Semestre de Biblioteconomia e Ciência da Informação.
Participei do I Seminário de Iniciação Cientifica promovido pela FESPSP em 2009 com o Trabalho “Disseminação da Informação: do papel ao recurso eletrônico”.

Vou contar um pouco da minha trajetória, em agosto de 2008 inscrevi este trabalho no I Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica da FESPSP, fui contemplada e em 2009 apresentei-o no I Seminário de Iniciação Cientifica promovido pela FESPSP. Experiência impar, primeiro começa com o desafio de escrever um artigo cientifico, depois pensamos todos vão ler, criticas vão surgir, isto porque nos colocamos em uma vitrine de trabalhos, outra etapa a apresentação oral, uma banca de professores convidados, enfim, tudo para pensarmos em desistir. Engano quem pensou assim, essas etapas são e foram essenciais para minha formação acadêmica. Não deixe a timidez, a vergonha, o medo, a falta de tempo te impedir de tomar uma atitude. Pense primeiramente que você é aluno, e é neste período que formamos nosso escopo profissional, então se permita acertar e errar e aprender com essa experiência. Venha, participe, inscreva seu trabalho, aquele que você fez no 1º semestre, vamos lá quanto mais alunos participarem mais seremos uma classe de profissionais unidos, vamos aprender a compartilhar, fazemos tanto isso no mundo virtual no Twitter, Facebook, vamos fazer também no mundo presencial.
Recentemente estive em uma aula sobre mestrado na ECA/USP, sabe o que conta muito ponto... Produção cientifica e esse trabalho que apresentei no I Seminário de Iniciação Científica da FESPSP fez a diferença no meu currículo.
Venha participe, eu não vou perder esta oportunidade estarei apresentando outro trabalho no II Seminário de Iniciação Cientifica.
Dúvidas?
Estou à disposição para conversarmos nos corredores e ou nas redes sociais ENTRE EM CONTATO
marlisvasconcellos@gmail.com
http://twitter.com/Marli_SV
http://www.facebook.com/marlisvasconcellos

segunda-feira, outubro 04, 2010

Slides da V Semana de Biblioteconomia da ECA-USP

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