domingo, agosto 31, 2014

Palestras com Barbara Stripling

No dia 22 de setembro, segunda-feira, a ex-presidente da Associação Americana de Bibliotecas, Barbara Stripling, dará uma palestra no período matutino e outra durante a tarde na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e na Biblioteca São Paulo.
Para receber um certificado façam suas inscrições no link abaixo, lembrando que o evento é gratuito e as vagas limitadas!
http://cadastro.aprendersempre.org.br/workshop/inscricao.do?acao=cadastrar


Palestra 1: BIBLIOTECAS PARA A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL
Horário: das 8h30 às 10 horas
Onde: Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)
Rua General Jardim, 522, 7º andar (auditório), Vila Buarque, São Paulo, SP

Palestra 2: BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
Horário: das 14 horas às 15h30
Onde: Biblioteca de São Paulo
Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Santana, São Paulo, SP

BARBARA STRIPLING é a ex-presidente imediata da Associação Americana de Bibliotecários (American Library Association - ALA), mandato 2013/2014 e professora assistente da Escola de Ciências da Informação da Universidade de Syracuse. Durante seus 35 anos de carreira na área de biblioteconomia, foi diretora dos serviços de bibliotecas das escolas da cidade de Nova Iorque; especialista em mídias de bibliotecas escolares e diretora de bibliotecas no Arkansas; diretora do programa de financiamento de bibliotecas no Tennessee; e diretora dos programas de biblioteca de um fundo educacional da cidade de Nova Iorque. Possui doutorado em Gerenciamento de Informações pela Universidade de Syracuse e é autora e editora de diversos livros e artigos. Stripling é também ex presidente da Associação Americana de Bibliotecários Escolares.


*Observação: os alunos do período matutino deverão comparecer a palestra juntamente com seus professores, contando PRESENÇA como aula especial e não sendo validado como atividade complementar. 

BiBEAD

━ Nos dias 21 e 22 de agosto de 2014, a profa. Vânia Funaro participou de um treinamento, no Rio de Janeiro, para conteudista do Curso de Biblioteconomia EAD, organizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro para a Universidade Aberta do Brasil. A disciplina destinada à profa. foi Fontes de Informação II. A partir da ementa todo o conteúdo da disciplina deverá ser escrito por ela. A profa. Úrsula Blattmann da Universidade Federal de Santa Catarina será a leitora do conteúdo. Após aprovado irá para os designs de EAD da UFRJ para a plataforma Moodle e será testado. O curso deverá estar pronto em 2015 para início em 2016. Durante o mês de setembro todos os participantes estarão sendo treinados, online, para aprender a escreverem para conteúdos de EAD (aqui o discurso é outro). Na foto estão alguns participantes do encontro.



Colaboração: Vânia Funaro

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Saralma: a arte está dentro de você

Roselene Santos é aluna da Graduação de Biblioteconomia e Ciência da Informação do 6° Semestre e resolveu nos dar uma nota à respeito do Saralma que ocorreu sema retrasada no SENAC Santo Amaro!

━ Em 18/08/14 às 19h ocorreu o evento “Saralma: a arte está dentro de você”, organizado pela aluna Dayana Tonholo Leite e equipe de alunos de graduação de Tecnologia em Eventos. Dirigido a todos os alunos, professores e comunidade, no Centro Universitário SENAC – SANTO AMARO, e se propõe a ampliar a visão sobre cultura e oferecer ao participante um convite a apresentar o que sabe fazer artisticamente; voltada ao segmento social e cultural de entretenimento.


Com colaboração da aluna Roselene Mariane de Medeiros Santos, aluna do 6º semestre de Biblioteconomia e Ciência da Informação da FaBCI - FESPSP.
Em formato de sarau reúne estudantes de diferentes segmentos, com vistas a possibilitar a interação, expandir a consciência e estimular o participante a conhecer mais sobre a cultura local.
O evento contou com a participação dos autores convidados por Roselene como Giselda Penteado Guglielmo autora dos livros “Mensageira da manhã” e “A mulher e o espelho”, e Ricardo Lahud autor dos livros “A girafa” e “O gordinho e o poeta” entre outros, que gentilmente doaram exemplares ao evento, obras muito apreciadas pelos participantes em clima animado e poético numa ambientação moderna e diversificada.
O evento teve como objetivo abrir a reflexão sobre a cultura e permitir aos convidados a pratica da mesma em formato de sarau, apresentações livres de qualquer tipo de atividades artística.


Colaboração na Matéria: Roselene Mariane Medeiros Santos.


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domingo, agosto 24, 2014

Seminário Para Bibliotecários e Profissionais da Informação

Nós já falamos a respeito da Bienal do Livro que teve seu inicio na sexta-feira passada, hoje iremos mais uma vez fazer a divulgação do Seminário para Bibliotecários e Profissionais da Informação que irá ocorrer no dia 25 de agosto (segunda-feira) na Bienal do Livro de São Paulo, e promete reunir um grande numero de informações, novidades e curiosidades sobre a nossa área! Não deixe de participar.


III Seminário de Pesquisa da FESPSP

A Fundação escola de Sociologia e Política de São Paulo realiza anualmente seu seminário de pesquisa com o objetivo de apresentar projetos de alunos de graduação e pós-graduação da FESPSP e de outras instituições de ensino superior.
Assim como já falamos a respeito do relato da ex-aluna Tais Mathias e sua experiência no CONIC (Congresso Nacional de Iniciação Científica), essa é uma oportunidade para apresentar seu projeto de pesquisa, receber dicas, opiniões, criticas e utilizar de todas essas informações para melhorar, se adaptar e acrescentar ainda mais na sua iniciativa! Também é uma grande oportunidade para conhecer o trabalho de colegas estudantes e já ir pensando em suas próprias iniciativas.



O Seminário irá ocorrer entre 21 e 23 de outubro na própria FESPSP e está com as inscrições abertas para o envio de trabalhos, então não perca tempo e aproveite essa oportunidade!

Você pode acessar o edital do Seminário aqui
Realizar sua inscrição aqui
E saber mais a respeito aqui


Dê uma olhada nos documentos dos seminários passados, prepara-se e participe! 


CONIC

O Congresso Nacional de Iniciação Científica é organizado pelo Sindicato das Unidades Mantenedoras do Ensino Superior e é uma ótima oportunidade para apresentar e assistir trabalhos, conhecer novas ideias e ter seu primeiro contato com uma banca além de receber criticas, opiniões, criar e aprimorar trabalhos.
A aluna Tais Mathias passou por essa experiência e resolveu nos contar um pouco sobre como foi!


No segundo ano do curso de Biblioteconomia, em 2012, enviei um projeto de pesquisa ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), com a orientação da professora Valéria Valls. O projeto foi aprovado, e comecei a aprofundar meus estudos sobre a formação do bacharel em Biblioteconomia e o impacto da metodologia de ensino durante a graduação para a formação de um profissional crítico, que deveria possuir uma formação humanística tão contundente quanto a formação nas disciplinas técnicas e tecnológicas. Afinal, esse era o tema da minha pesquisa.
Após o resgate histórico sobre a formação dos cursos no Brasil e o desenvolvimento da profissão no país, escrevi o primeiro capítulo da pesquisa. Percebi, a partir da constatação sobre a abrangência do tema, que não daria conta de analisar o ensino de Biblioteconomia no Brasil. Então, optei pelo estudo sobre FaBCI, que possui uma proposta diferenciada com os trabalhos temáticos e integrados que fazemos ao longo da graduação. Assim, mais um capítulo começou a ser elaborado.
No final do ano, a pesquisa já estava em pleno desenvolvimento, e resolvi participar no 12º Congresso Nacional de Iniciação Científica (CONIC), que aconteceria em São Paulo, na Universidade São Judas Tadeu. Inscrevi o projeto na categoria “em andamento” na área Ciência Sociais Aplicadas (que contempla a Ciência da Informação que, por sua vez, contempla a Biblioteconomia).
A comissão avaliadora do evento aprovou a apresentação da pesquisa, e lá fui eu. Estava nervosa, pois havia apresentado o estudo, somente, no Seminário de Iniciação Científica (SIC) da FESPSP. Era a primeira vez que iria apresentar em outra instituição.
A experiência da fala em público e da defesa de um trabalho que expressa seu discurso autoral, é uma experiência que lhe deixa vulnerável enquanto está acontecendo, mas que, depois, algo se reafirma, algo lhe fortalece. Pelo menos, foi o que aconteceu comigo, pude, inclusive, avaliar os pontos fortes e fracos da pesquisa, pois em alguns momentos estava mais insegura e em outros, falando com firmeza.
Tal experiência foi muito valiosa para a apresentação do meu TCC, pois foi o prolongamento e aprofundamento da pesquisa que realizei no PIBIC. Senti, frente a banca avaliadora do TCC, importância de vivenciar esse ritual novamente: a fala ao público e o compartilhamento da pesquisa com outros ouvintes, como se fosse um convite ou a formação de um canal para que outros olhares acrescentassem e melhorassem o processo de pesquisa vivido.
Após essas descobertas, desejo continuar a experimentar tais sensações.

Colaboração na Matéria: Tais Mathias


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Do que me faz Bem

Andréa Andira é graduanda do 6º semestre de Biblioteconomia e resolveu contar para gente como foram suas férias no mês de julho em Londres onde ela foi para estudar inglês.

A minha aventura começou em Londres com uma boa desculpa de estudar inglês. Bem, não que eu não quisesse estudar, afinal o inglês sempre foi uma pedrinha no meu sapato. O que quero dizer é que me matricular num curso de duas semanas em Londres foi uma estratégia para unir o útil ao agradável. Muito bem sucedida, aliás.
Passado o choque de chegar sozinha na megacidade, tendo que me virar com um inglês mequetrefe, só o que fiz foi aproveitar. Cada segundo.
A turma da escola era bem variada. De estilos, de faixa etária. Só não tão variada de nacionalidades. Sim, meus amigos, 70% da galera era de brasileiros! E aquele velho conselho “fuja dos brasileiros pra treinar o inglês” foi quase impossível de seguir. A gente até simulava umas conversas em inglês, mas não o tempo todo.
As aulas ocorriam na parte da manhã ou à tarde, portanto, eu tinha meio período livre pra fazer muitas coisas. E fiz! Museus, galerias, parques, pubs, livrarias, lojas. Uma comilança sem fim! Meu Deus, quem foi que disse que Londres era ruim pra comer? É cara, mas com uma variedade incrível. Comidas de toda parte do mundo!
Londres foi a parte mais badalada da minha viagem. As meninas do curso, divertidíssimas. A Rê, minha amiga do trabalho, com quem passei três dias sensacionais…

Southbank Centre, pólo cultural às margens do Tâmisa

Auge de Londres: andar de bicicleta pelo centro da cidade; tomar um chá inglês num pequeno pátio do imenso Palácio de Hampton; descobrir que não fui a única com dificuldades de entender o inglês britânico; caminhar pelo Covent Garden; ouvir os melhores sons nas ruas de Notting Hill; participar de uma performance com Marina Abramovic; me perder nos becos do mercado de Camden Town; visitar a expo de HQ na British Library; ver os maravilhosos acervos da Nacional Gallery, do British Museum e da Tate Modern, em especial a expo de Matisse. Sim, visitar museus foi uma prioridade pra mim.

Neal’s Yard, em Covent Garden

Entrada da British Library

Aí, parti pra Paris. Já sem o peso de estudar, ter horários, lições de casa. Era somente curtir minhas férias. Aluguei um apartamentinho perto da Place d’Itale, do lado do metrô.

Nossa, achei tudo tão diferente de Londres!

Em Londres, tudo era mais certinho, limpinho, com regras. As pessoas num dia a dia de cidade grande, correndo. Somente no fim do dia é que a gente as via relaxarem. Os pubs enchiam. É um ritual. Sair do trabalho e passar no pub antes de ir pra casa. Com os dias estendidos então… Escurecia perto das dez da noite. Uma festa!
Agora, Paris, não sei. Parece que a festa é constante. Me pareceu mais leve, menos estressante. E também menos pulsante. Talvez seja pelo meu estado de espírito, de férias total, não sei explicar. Ou é o estado de espírito parisiense, mais boêmio, mais leve...

No alto de Montmartre

Lá não tinham as boas conversas e as risadas com a turma de Londres, mas tenho que admitir que me diverti muito também. Tomei muito vinho, saboreei muitos crepes, me perdi algumas vezes e passei vergonha dando risada sozinha na rua. Juro, não pirei! Só descobri que sou uma ótima companhia pra mim.

Jardim do Museu de Rodin

Auge de Paris: caminhar ao longo da margem do Sena e ver que no verão muitas coisas interessantes acontecem por lá; descobrir Montmartre e sua vista incrível; ver um concerto no Jardim de Luxemburgo; encontrar o café de Amelie Poulain; conhecer os sensacionais acervos de Louvre, D’Orsay, Quai Branly, L’Orangie, Museu de Arte Moderna, Rodin, Pompidou. Sim, visitar museus foi uma prioridade pra mim.
Terceira e última parte da viagem. Lisboa.
A expectativa era grande. Não sei por que, mas sempre quis muito conhecer um pedaço de Portugal. No início houve um estranhamento. Mais do que isso, fiquei de implicância com a cidade. Talvez porque num primeiro momento Lisboa não se mostra uma cidade bonita. Poluição visual, ruas mais sujas. Mas passou.
Foram os dias mais bonitos e ensolarados de toda a viagem.
Detalhe de fachada em Lisboa


 E nas minhas andanças fui descobrindo os encantamentos que essa cidade possui. Pra isso é preciso subir muito morro, escadinhas intermináveis. Mas tudo isso é garantia certa de uma bela vista!

Uma das muitas vistas em Lisboa

Nossa, quantas vezes me embasbaquei de ver, entre ruelas, o rio Tejo ao fundo.
É muita miragem! Tudo meio escondidinho. Apenas os curiosos descobrem essas maravilhas. De longe, das três, Lisboa foi a cidade que mais me proporcionou essa sensação visual.
Entre os prédios, o Tejo

Fora isso, a sensação de estar mais perto de casa é impagável. Falar o português. Em Lisboa também tomei muito vinho, tomei muita ginjinha, um licor tradicional e delicioso, comi bacalhau, salmão, polvo. Ou seja, me acabei!
Auge de Lisboa: comer pastéis de nata no café da manhã; tomar vinho no final da tarde no terraço do Castelo de São Jorge; subir, até não aguentar mais, a trilha que leva ao Castelo dos Mouros, em Sintra; passear no trenzinho de Sintra; assistir a um concerto da Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional e ao show do French Swing Café no Largo São Carlos; caminhar pelas ruazinhas e becos de Alfama; andar de bonde no centro; apreciar os azulejos que cobrem os prédios e as casas; conhecer os acervos do Museu Berardo e do Museu de Arte Contemporânea do Chiado; ver a expo de arte contemporânea no Centro de Arte Moderna Gulbenkian; achar, sem querer, a Mostra’14 de Arte, uma ocupação num antigo prédio no Cais do Sodré, com muito artista bom. Sim, visitar museus foi uma prioridade pra mim.
E posso dizer que foi uma das melhores imersões em arte que já fiz.
Desde o início, conhecer museus era um dos principais motivos desta viagem. Eu só não sabia que iria dar conta de tantos museus, galerias e monumentos nesse período. 30 dias no total. Foi incrível!
Termino dizendo que a experiência de viajar só é única. Tirar um tempo pra si, ficar com seus pensamentos, passar por vexames e nem ligar, porque ninguém te conhece… Aliás, a sensação de anonimato é uma coisa que me fascina. Em Londres isso era intenso. No metrô, ninguém te olha na cara. Você pode cutucar o nariz, coçar o bumbum, ninguém tá nem aí. Ô coisa boa!
No mais, muita risada sozinha, muita reflexão e infindáveis planos. Uma boa e feliz viagem pra mim!

Colaboração na Matéria de Andréa Andira Leite, graduada em Artes Visuais e especialista em Estudos de Museus de Arte. Graduanda do 6º semestre da FABCI/FESPSP. Há 16 anos trabalha com documentação de arte e organização de acervos museológicos. Atualmente é documentalista no Núcleo de Salvaguarda do Museu Afro Brasil.


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domingo, agosto 17, 2014

Bibliotecas com Acervos para Deficientes Visuais

Braille é um alfabeto em alto relevo desenvolvido para deficientes visuais por Louis Braille em 1927. Ele funciona com seis pontos relevantes que fazem diferentes combinações e podem ser lidos através do tato. Deficientes visuais muitas vezes se sentem intimidados em acessar uma biblioteca principalmente devido a ausência de acervo em Braille, também podemos apontas a falta de acessibilidade, dificuldades de acesso, sinalização e profissionais aptos para a instrução desse outro tipo de usuário, é por esse motivo que o tema tem sido sempre trazido em seminários para discussão, um exemplo disso foi o SENABRAILLE que ocorreu entre 28 e 30 de abril no Senac Santo Amaro com a ideia de ser “[...] um espaço de discussão para formular, reunir e realizar troca de experiências entre os profissionais que trabalham nas bibliotecas, sobretudo, para atender o público com deficiência visual ou cegueira”.


Para maior divulgação do assunto e do trabalho a RBBD (Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação) gerenciada pela FEBAB fez uma edição especial do evento trazendo temas como a Acessibilidade em Bibliotecas de diferentes maneiras, desde o acervo até a arquitetura do local, falando um pouco a respeito da responsabilidade do bibliotecário infantil ao lidar com crianças deficientes, a importância do espaço cultural e da Acessibilidade Comunicacional, além de políticas públicas e tecnologias que promovam a acessibilidade e comunicação. 
Além disso você também pode acessar todos os relatórios dos SENABRAILLES anteriores e realizar o download do PDF gratuitamente pelo link  da página da revista.
Mesmo quando Unidades de Informação possuem acervo especial às vezes passa em branco por nós, por isso a Monitoria Científica separou algumas bibliotecas e Centro Culturais que possuem acervo em Braille na cidade de São Paulo para convidar nossos leitores a fazerem uma visitinha e conhecer esse material diferente.


     1)      Biblioteca Louis Braille – Centro Cultural São Paulo
Planejada e equipada para atender portadores de deficiência visual, reúne em seu acervo livros didáticos, técnicos, literários, infanto-juvenis e também periódicos. Sua coleção, a maior do gênero no país, conta com mais de 6 mil obras. A Biblioteca também atua como editora, produzindo livros em braille e livros falados. Os usuários contam com acompanhamento de bibliotecários, auxílio à pesquisa e atividades culturais, desenvolvidas periodicamente, como exposições e palestras. A Biblioteca Braille possui computadores adaptados para que os deficientes visuais tenham acesso à internet. Todo o acervo está disponível para empréstimo dos usuários, inclusive dos residentes em outros estados, que podem ser atendidos pelo serviço de remessa postal. 
Rua Vergueiro, 1000 (Estação Vergueiro do Metrô)
Fone: 11 3397-4088 
E-mail: bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br
Horário: de 3ª a 6ª feira das 10h às 19h, sábado das 10h às 18h. A entrada é permitida até 30 minutos antes do fechamento. 


     2)      Biblioteca do Centro Universitário Senac – Santo Amaro
Espaço Braille são espaços que formam o conjunto de serviços criados pela Biblioteca do Centro Universitário Senac - Santo Amaro e pelo Senac Aclimação. Oferecem alternativas de acesso informacional à pessoa com deficiência. A área física destinada ao atendimento é a biblioteca inteira, com concentração na sala de recursos especiais. Atende aos alunos, professores, funcionários do Senac, além da comunidade.
Seu acervo é constituído de 600 títulos de livros nos formatos braille e falado (MP3 e áudio).
A pessoa com deficiência visual tem acesso gratuito a computadores com DOSVOX, NVDA, Jaws, Magic e Openbook. 
Localização
Espaço Braille - Biblioteca do Centro Universitário Senac – Santo Amaro.
Av. Engenheiro Eusébio Stevaux, 823. Jurubatuba.
São Paulo – SP.
Telefone: 11-5682-7495.


      3)      Biblioteca Álvares de Azevedo
A biblioteca conta com aproximadamente 49 mil exemplares que é constituído por livros de literatura e informação, revistas, atlas, multimídia, etc. Todo o acervo de livros pode ser encontrado no catálogo online do Sistema Municipal de Bibliotecas. Informe-se sobre outros materiais existentes pessoalmente ou por telefone.
Acervo Braille
Possui acervo braille e participa do projeto Ler para Crer por meio do NADEVI, Núcleo de Apoio ao Deficiente Visual. Para conhecer todos os títulos em braille, acesse o catálogo online geral do Sistema Municipal de Bibliotecas, selecione a busca por palavra e na opção assunto digite livros para cegos.
Endereço: Praça Joaquim José da Nova, s/n
Vila Maria - 02126-000 - São Paulo, SP
Tel. 11 2954-2813
Horário: 2ª a 6ª feira das 9:00 às 18:00
Sábado das 9:00 às 16:00
Domingo das 10:00 às 15:00
Coordenadora: Elaine Telles Rodrigues 
bmalvaresazevedo@yahoo.com.br

Ficou Interessado? Então confira os links abaixo!

Matéria da Monitoria sobre SENABRAILLE e Acessibilidade

Bibliotecas Públicas de São Paulo com Acervo em Braille

Você conhece a REBECIN?

Se pudéssemos descrever a Ciência da Informação seria como um grande guarda-chuva que engloba as mais diferentes áreas relacionadas a Informação, sua execução, armazenamento, guarda, recuperação, uso, obtenção, troca, compartilhamento e outras tantas ações. A Ciência da Informação exige de seu profissional a constante busca de novidades, a atenção às mudanças diárias na área e na sociedade em geral, ser um profissional atualizado, curioso, investigativo, por esses motivos a leitura de jornais, periódicos e revistas é requisito mínimo para um Cientista da Informação.



A Revista Brasileira de Educação em Ciência da Informação (REBECIN) iniciou suas atividades em junho de 2014 como uma publicação da Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN) e tem como objetivo a publicação de artigos que discutam a respeito das práticas didáticas e pedagógicas encontradas nas grades dos currículos de cursos do âmbito da Ciência da Informação como Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia.
A REBECIN tem periodicidade semestral e tem sua publicação de acesso livre no site com artigos em português e espanhol. Está aberta para a publicação de artigos que sejam relacionados com seu objetivo assim como para comentários, dúvidas e críticas.
Em sua apresentação redigida pela editora responsável, Marta Lígia Pomim Valentim, descreve a meta da revista como ser “um espaço de discussão especializado que propiciasse amplo conhecimento e reflexão sobre as práticas didáticas e pedagógicas, sobre os conteúdos formadores constantes dos currículos de curso, sobre os aprofundamentos teóricos e sobre as abordagens metodológicas desenvolvidas pelos docentes que atuam na formação profissional no âmbito da Ciência da Informação”.


Entre os artigos da primeira edição podemos encontrar um trabalho de Renata Braz Gonçalves e Natálida Bermude Godinho que discute as Práticas de Pesquisa de Estudantes de Biblioteconomia e Arquivologia, assunto rico não somente para os educadores mas para também para os estudantes que queiram descobrir métodos, bases de dados e técnicas de pesquisa.
O artigo assim como o resto da revista podem ser acessado diretamente pelo link, para saber mais a respeito não esqueça de se cadastrar no site e receber as novidades!

Vamos nos informar, ler e apoiar as publicações! Lembre-se que ser um profissional informado é o primeiro passo para ser um bom profissional. 

Coluna Música e Livros por Bruno Carvalho

Música e Livros é uma coluna escrita por Bruno Carvalho, ex-aluno de Biblioteconomia da FESPSP, que fala a respeito de bandas e o que elas leem, mostrando que musica e livros podem ter tudo a ver!

 Entrevista com Carlos Finho Telhada, músico, escritor e artista plástico. Foi vocalista da frente da banda 365, MMDC, atualmente segue carreira solo. Em 2011 lançou o livro Poemas de combate.

1)      Carlos Finho, quando você decidiu ser músico? Tocou em outras bandas antes do 365, MMDC?

Meu pai e meus irmãos são músicos na igreja, somos evangélicos. Isso criou uma contradição em mim; sempre soube que seria músico, mas não consigo ver isso como profissão. Toco em grupos desde os 12 anos (início de 1976). Toquei em outras bandas como OSS, Steps, Libra... Minhas primeiras aparições tocando músicas próprias (1978) foram em festivais escolares com banda de apoio fixa, onde só mudava o intérprete. Os festivais escolares mantinham o modelo dos festivais da canção dos anos 60, mas sem a mesma produção é claro, pois sempre estudei em escola pública.

2)      Qual a influência literária nas letras dessas bandas?

Era muito difícil convencer o resto da banda de que uma letra tinha algum significado, pois os músicos, assim como o povo brasileiro em geral, não têm cultura literária. Em “Pamela”, por exemplo, faço uma citação da primeira das Elegia de Duíno, de Rilke (quem me ouviria se eu gritasse...). Digo isso sempre que toco a música, mas ninguém nunca perguntou quem é Rilke. Quando fiz São Paulo, eu pensei em fazer como alguns dadaístas que colocavam palavras ou frases num saco e depois iam tirando aleatoriamente e anotando, mas alguns reagiram achando que era desleixo ou falta de respeito com a letra. A música, talvez por ter características muito particulares, permite que um intérprete ou mesmo um compositor, acredite ser possível trabalhar só com emoção, não levando em conta aspectos importantes como cultivo da leitura. É uma pena!

3)      Tem alguma música sua que fala de algum livro? Ou alguma música que tem trecho de livros?

É impossível ser apaixonado por literatura e não citar ou fazer alusões nas letras. De Baudelaire à Paulo de Tarso, minhas letras estão crivadas de carga literária. Em “Fúria”, por exemplo, na passagem “minha fúria é o meu espinho”, há uma óbvia alusão à passagem Paulina (2ª. Carta aos Coríntios, 12, 07). Em “Futuro” eu misturo visões de “20.000 Léguas Submarinas” - Julio Verne - visões apocalípticas e livros de mística sobre o Graal.
4)      Como era o convívio com as outras bandas punks de São Paulo na década de 80? Ainda tem contato com pessoal da época?

Sou amigo dos integrantes de todas as bandas antigas. Cólera, Inocentes, Garotos Podres, Fogo Cruzado, DZK, Ratos De Porão, Restos De Nada, Lixomania e muitas outras que ainda estão na ativa, punks ou não, tão ou mais antigas quanto. Claro que tem gente que você tem mais afinidade, mas estamos todos em contato e nos respeitamos. Sou nascido e criado na Freguesia do Ó, berço das primeiras e mais aguerridas bandas. Isso facilita nosso contato.

5)      Como vê a cena punk de São Paulo atualmente?

Sinceramente, não me preocupo com isso. Acho que se é algo com raiz anárquica, não pode ser “organizada”. Algumas pessoas têm dificuldade de entender que não se pode criar sem espontaneidade. Ficam armando eventos onde o que mais sobressai é a vontade de se mostrar pra mídia. Existe algo que é a mistura explosiva de imprevisto + espontaneidade + juventude cujo nome é DIVERSÃO! Sem isso, a única coisa que resta, é fazer pose pra câmera, seja num quebra-quebra, seja numa convenção sobre tatuagem. Dispenso “posers” e “fakes” em geral.

6)      Quando decidiu seguir carreira solo?

Como disse acima, comecei me apresentando em festivais que tinham suas próprias bandas de apoio, portanto eu já tocava só. É preciso que eu diga que todos aqueles que eram músicos quando o “Movimento” chegou ao Brasil já tinham seu próprio som e não conheciam ou pelo menos não se encaixavam como punks. Muita gente aderiu ao punk ou simplesmente agiu de maneira oportunista. Não condeno! O que vale é a qualidade do trabalho feito. O 365 é parte da minha carreira, embora eu tenha moldado a banda de acordo com meu gosto, tendo em vista o fato de eu compor e dar entrevistas em nome da banda por quase 30 anos.

7)      Como surgiu a ideia de escrever o livro Poemas de Combate e a editora Naturales11a?

“Poemas de Combate” é uma coletânea que eu decidi montar no final dos anos 90. Num primeiro momento, eu queria colocar algumas letras e explicar a razão delas serem como são a temática, etc. As pessoas me perguntavam como e por que eu fazia letras de um jeito e não de outro. Depois, quando montei a primeira edição em 2011, percebi que deveria fazer uma coletânea de poemas meus e acrescentar algumas letras na última parte do livro. Coloquei trinta e poucas letras de músicas que compus entre 1977 e 2011, sem explicar nada, pois achei que cada um deveria achar sua própria explicação pras letras.

8)      Pretende lançar mais algum livro futuramente?
Em setembro próximo, farei uma exposição de quadros que pintei nos últimos 10 anos numa livraria localizada num shopping de São Paulo. Estarei lançando meu disco “PARAMITA” no mesmo evento. Trata-se de uma comemoração aos meus 51 anos de vida e 38 de carreira. Estou me esforçando pra poder coroar tudo isso com mais um livro, esse, de caráter autobiográfico, mas sem abrir mão da ficção, que é o que dá sentido ao que nos cerca.

9)      A música São Paulo (banda 365) é uma referência a Cidade de São Paulo, como surgiu a inspiração para a música?

Eu pretendia fazer todo o primeiro disco do 365 falando da cidade e do estado de São Paulo; é algo que me fascina desde criança. Falei com a banda, mostrei exemplos de artistas que haviam feito isso (trabalhos conceituais), mas não fui compreendido. Um dia, fomos à uma apresentação de banda num cine-clube e uma banda de fora, com um super equipamento, fez uma porcaria de apresentação. Depois, subiu uma banda paulista e quebrou tudo! Eu virei pros caras e falei “é disso que eu quero falar!”.O guitarrista ficou de pensar. Tempos depois ele apareceu com um arranjo de 3 ou 4 notas onde eu pus a melodia e a letra!

10)  Uma das grandes características suas, e expressas em suas letras é a paixão pelo estado de São Paulo, de onde surgiu essa temática em suas letras?

A fixação que tenho por São Paulo, vem da observação do povo nas ruas, da mistura, do sofrimento e da superação. Desde o “descobrimento”, fomos deixados à própria sorte e isso pode ser comprovado na distribuição das capitanias hereditárias e nos posteriores acertos políticos feitos entre a metrópole e as regiões da colônia que estavam mais próximas da Europa. Mesmo hoje em dia, ainda é possível perceber o efeito nocivo dessa mentalidade na estrutura política do nordeste, por exemplo. Para mim, a civilização brasileira é um vislumbre paulista de um mundo ideal!

11)   O que está lendo atualmente?
Sempre leio mais de um livro ao mesmo tempo, pois acredito que, em diferentes horas do dia, temos diferentes impulsos ou interesses. Estou lendo uma biografia de Husserl, relendo Sonetos a Orfeu (Rilke) e uma biografia de João Nogueira (grande músico carioca).
12)   Qual foi a sensação de interpretar poemas do seu livro Poemas de Combate na Biblioteca Alceu Amoroso Lima?

Foi em 28 de julho de 2012. Infelizmente, fiquei a minha própria sorte. A única funcionária que se dispôs a ajudar chegou atrasada e parecia completamente perdida. Pra ajudar, um “fiscal” da Ordem dos Músicos apareceu pra saber se eu tinha carteira da ordem. Felizmente, só fiquei sabendo disso, depois, pelo segurança. Ou seja, tudo normal! O desrespeito de sempre, principalmente quando se trata de um artista paulistano.

13)   Como está a carreira solo? O lançamento do novo disco Paramita, agenda de shows?

O disco está criando vida própria, exatamente como deve ser! Como haverá o lançamento de um novo livro, mais o início da exposição dos meus trabalhos na área de artes plásticas, eu gosto de pensar que o disco fará um contra-ponto com essas outras formas de expressão. Farei o circuito dos Sesc da cidade e do interior, mas as datas só se confirmam quando o disco sai do forno.

14)    Carlos Finho, fique à vontade para indicar alguns livros aos leitores do blog, deixar uma mensagem.


Mario de Andrade é o maior intelectual brasileiro de todos os tempos. Macunaíma, O turista aprendiz... tudo que esse homem fez está borbulhando de genialidade e erudição! Ninguém tem a mínima capacidade de articulação se não conhecer, pelo menos, uma centena de bons autores de épocas e países diferentes. Há livros como a Bíblia, o Corão, Don Quixote, entre outros, que não podem ser deixados pra lá! Fico muito preocupado quando vejo certos “especialistas” falando em autores “do subúrbio”, “autores marginais” e outras besteiras. É a prova do preconceito que envolve a atividade artística no Brasil. A elite brasileira (não é elite coisa nenhuma, mas não há outro nome pra chamar essa coisa disforme) ainda vê a arte como algo que está acima do povo, incompreensível. O artista, se for “pobre”, deve falar/escrever errado e pertencer a alguma minoria (é assim que eles chamam a maioria do povo brasileiro). Como hoje em dia, ser homossexual virou carne de vaca e ser comunista está fora da moda, parece que estamos à espera de um novo salvador das artes. Até lá, teremos que aguentar as mediocridades que nos são exibidas. Aliás, por isso mesmo, montei minha própria editora. Sejam felizes!


Foto: Rui Mendes . Local: Moinho, inverno de 1986. Frente esquerda ( Finho);  direita- (Mingau) Fundo- esquerda. (Ari)  Direita- (Miro). Foto enviada por Carlos Finho.

domingo, agosto 10, 2014

23° Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo já é evento com marca registrada para os amantes da leitura, assim como para editores, autores, professores e qualquer um que seja interessado no assunto LIVRO. Tradicionalmente ocorrendo no mês de agosto, esse ano o evento ocorrerá entre os dias 22 e 31 de agosto. Os ingressos variam entre 6 e 14 reais e podem já ser adquiridos através do site da tickets forfun  ou no próprio local do evento, sendo que estudantes, portadores de aparelhos samsung e sócios do SESC tem direito a meia entrada; Já professores de escolas ou universidades públicas e particulares, bibliotecários, profissionais do livro e autores possuem gratuidade no evento (confira as informações de como fazê-lo no final do post).


A grade de programação da Bienal Internacional do Livro de São Paulo é extremamente rica e conta com palestras, seminários, workshops, e lançamentos, sessões de autógrafos com autores nacionais e internacionais além de estandes de diversas editoras onde podemos encontrar os antigos e novos amados livros de cada uma. Além de ser um passeio cultural rico e acessível para todos é uma ótima oportunidade para conhecer novidades da área, fazer contatos e expandir seu universo com um caminhão cheio de cultura livreira.


Um dos eventos que não se pode perder é um seminário organizado bibliotecários que ocorrerá no dia 25 de agosto as 10:00 com o tema O papel da Biblioteca no Mundo Digital no que se Refere ao Acervo Físico. Totalmente gratuita e sem a necessidade de retirada de senha é atividade obrigatória para quem marcar presença no dia, mas essa é apenas uma das outras diversas atividades, para conferir a programação completa acesse o link diretamente do site.
Além de contar como atividade cultural a visita a Bienal Internacional do Livro também é considerada Atividade Complementar pela FESPSP, então não esqueça de guardar seu ingresso, preencher seu formulário e entregar no final do ano! Também se sinta livre para fazer um relatório da sua visita e enviar para a Monitoria Científica contando as coisas bacanas que você presenciou no passeio.
Confira mais informações abaixo!


Horário de Funcionamento
22 a 31 de agosto de 2014
De Seg. à Sex. das 9h às 22h | Sáb. e Dom. 10h às 22h (*dia 31/08 somente até às 21h)

Requerimentos para entrada gratuita no evento
Professores de Escolas ou Universidades das Redes Públicas e Particulares: Carteira de Trabalho com o cargo Professor / Carteira de Professor da Escola Municipal / Carteira de Professor da Escola Estadual / Contracheque atual com cargo de Professor / Cartão do INSS (Professor aposentado) / Diploma (ou cópia) de licenciatura em Letras e/ou Pedagogia / Carteira do SINPRO (Sindicato Nacional dos Professores) / Carteira do CREF (Conselho Regional de Educação Física).

Bibliotecários: Carteira de Biblioteconomia;

Profissionais do Livro: Crachá da empresa e o contracheque atual.


Autores: Apresentar o livro de sua própria autoria.