domingo, novembro 30, 2014

O Estado da Arte.

O Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP está organizando a segunda edição do Estado da Arte evento onde há a discussão de temas relevantes à área da informação.


Confira o convite enviado Luiz Milanesi.

━ O Departamento de Biblioteconomia e Documentação da USP/ECA realizará a segunda edição da série “O Estado da Arte”, cujo objetivo é propiciar uma visão atualizada de temas relevantes para a área da Informação. Nesta edição, o tema discutido será Ontologia e Representação do Conhecimento, um assunto de grande importância para todos que atuam no campo da Biblioteconomia e áreas conexas. A palestrante, Profª Renata Wassermann, do Instituto de Matemática e Estatística da USP, fará um retrospecto dos estudos da Representação do Conhecimento e do uso de ontologias em sistemas, indicando as perspectivas de uso de novas ferramentas e novas práticas. 
A palestra será realizada no dia 2 de dezembro, terça-feira, às 14 horas, no Auditório Lupe Cotrim, localizado no primeiro andar do prédio central da ECA, Cidade Universitária da USP. 
Faça sua inscrição através do link:

Livro digital e Bibliotecas.

Quando falamos em bibliografia para a área de Biblioteconomia sempre temos alguns problemas na localização de volumes, por isso, sempre quando é lançado mais um item para enriquecer nossa área de conhecimento é necessário que procuremos conhecer e ir atrás!
No dia 4 de dezembro vai acontecer o lançamento do livro Livro Digital e Bibliotecas pela Liliana Serra na Martins Fontes Paulista, confira o convite!


Ainda pensando em conteúdos digitais também teremos uma palestra na semana seguinte com o tema As Bibliotecas e a gestão do Conteúdo Digital no Centro Universitário Belas Artes! A Palestra é gratuita e irá ocorrer no dia 10 de dezembro. Confira mais informações abaixo:
Road show SophiA. Tema da palestra: As bibliotecas e a gestão de conteúdo digital
Local: Centro Universitário Belas Artes (Rua Dr. Álvaro Alvim, 90, Vila Mariana; próx. Estação Vila Mariana do Metrô)
Data e horário: 10/12, das 8h30 às 12hs
Valor: Evento gratuito, mediante inscrição.
Inscrições e maiores informações:

Coluna Música e Livros por Bruno Carvalho

Música e Livros é uma coluna escrita por Bruno Carvalho, ex-aluno de Biblioteconomia da FESPSP, que fala a respeito de bandas e o que elas leem, mostrando que música e livros podem ter tudo a ver!

Entrevista com Tony Babalu.
1) Tony Babalu, quando você decidiu ser músico?
No final dos anos 60, quando comecei a aprender violão de forma tradicional, com professora. Esse período, porém, durou pouco, e cerca de 3 meses após o início das aulas eu já seguia sozinho após aprender alguns acordes básicos.
Com o tempo formei minha primeira banda, que no entanto só iria se apresentar profissionalmente cerca de 2 anos depois.


2) Na época do Made in Brazil anos 70, para escrever as canções vocês se inspiravam em alguns livros? Quais?
Nessa época a literatura que consumíamos era quase toda de contracultura, baseada na negação de valores e padrões estabelecidos e enraizados socialmente, fossem políticos ou comportamentais. Um exemplo do que líamos é o cultuado "Pan América" (1967), de José Agrippino de Paula, cujos personagens eram ícones da cultura de massa da época, como Marlon Brando, Che Guevara, Marilyn Monroe, entre outros… Jack Kerouac, Allen Ginsberg e Jean-Paul Sartre podem ser citados como outros exemplos de autores influentes e formadores de opinião dessa geração.


3) Tem alguma música sua que fala de algum livro? Ou alguma música que tem trecho de livros?
Não explicitamente, mas é certo que algumas músicas foram fortemente influenciadas pelo que eu lia ocasionalmente no momento em que foram compostas… posso citar como exemplo "Halley 86", feita durante a passagem do cometa homônimo pela Terra em 1986, época em que eu era praticamente viciado em livros sobre astronomia, que lia vorazmente na biblioteca da USP, onde fui aluno de História no começo dos anos 80.


4) Como era o convívio com as bandas nos anos 70? Comente um pouco sobre o rock na região da Pompéia na época, as apresentações das bandas, os lugares que tocavam, etc.
Nos anos 70, o rock era tocado em teatros como Brigadeiro, Aquários, TUCA e outros, em temporadas de duas a três semanas, de quarta a domingo, muitas vezes com sessões extras nesses dois últimos dias, algo difícil de se acreditar hoje em dia. As bandas da Pompeia (Made in Brazil, Mutantes, Patrulha do Espaço, Tutti Frutti, Pholhas e outras...) tinham como referência o rock inglês e norte-americano, e isso atraía a parcela da juventude mais interessada em música do que em contracultura ou política, embora ambas com frequência se interligassem na estética e atitude. Com seus ensaios abertos e simultâneos, que frequentemente terminavam em audições coletivas de discos novos e importados que alguém conseguia a cada semana, a Pompeia funcionou como um polo cultural-musical da cidade durante uma boa parte dos anos 70, especialmente no início da década. Uma característica curiosa desse período é o fato de não haver uma estrutura comercial de entretenimento na região (casas noturnas, cinemas, livrarias ou restaurantes inexistiam), e as discussões apaixonantes e intermináveis sobre música eram realizadas em plena rua ou em casas particulares dos músicos do bairro. Tudo era improvisado e decidido em cima da hora, mas o interesse comum garantia a certeza de que qualquer que fosse o evento, o tema central seria rock and roll.


5) Quando decidiu seguir carreira solo?
Essa ideia coincidiu com meu interesse crescente pela música instrumental a partir de 2003, quando gravei o CD "Balada na Noite", registrado artesanalmente e lançado exclusivamente na web, em uma época em que o mercado digital ainda era visto como uma incógnita em termos de venda. A conquista e barateamento dos meios de produção foram determinantes para essa decisão, por propiciarem uma independência real de produtores, gravadoras, interesses comerciais e até mesmo de outros músicos, se fosse o caso. Ficou possível e acessível gravar e lançar sozinho um trabalho autoral, o que serviu de incentivo e estímulo na hora certa.


6) Quais livros costuma ler?
Costumo ler muito, priorizando a diversidade de gêneros. Entre os autores com quem me identifico, cito Elio Gaspari ("A Ditadura Escancarada"), Peter D. Ward//Donald Brownlee ("Sós no Universo?") e Isaac Asimov ("O Livro dos Fatos"). Nos últimos tempos, porém, tenho lido só biografias (autorizadas ou não) de músicos e artistas que me influenciaram e me influenciam ainda, em alguns casos. A de Pete Townshend, guitarrista ícone da banda inglesa The Who, foi a última.


7) Fique á vontade para deixar uma mensagem aos leitores do blog, indicar livros, falar sobre seu novo disco…
Agradeço as perguntas e espaço concedido e convido os leitores do blog a visitarem meu site (www.tonybabalu.com), que contém as informações sobre o meu recém lançado CD, "Live Sessions at Mosh".



Quer participar da Monitoria?
 Mande um e-mail para monitorcientificofabci@gmail.com


Seminário Tendências 2014

━ Você conhece algum bibliotecário clínico? E já ouviu falar em bibliotecário da indústria farmacêutica?  Ou o bibliotecário especialista em cinema?
Estes são perfis de mercado que apontam novas têndências na área e agitam corações e mentes dos egressos do curso de Biblioteconomia da FESPSP, fato visto e comprovado  no mais recente Seminário sobre Tendências Contemporâneas,   oferecido na disciplina do sexto semestre, “Tópicos avançados em Gestão da Informação e do Conhecimento”. 


Paixão, dedicação, engajamento. No encerramento do curso ministrado pela Professora Valéria Martin Valls, os profissionais apresentados pelos alunos do último ano não apenas desbravam novos caminhos na área de informação, mas fazem isso com foco e expertise.
É o caso de Luciana Meira, bibliotecária da farmacêutica Takeda. Luciana Meira está na indústria farmacêutica desde 2005. Começou como estagiária de Documentação Científica (DC). Inicialmente, o escopo de sua função foi o de indexar os artigos científicos relacionados aos produtos da empresa. Devido um projeto de remodelamento da Intranet e do site institucional em que sua gestora começou a trabalhar com gerenciamento de conteúdo para todos os sites que na época a empresa tinha. Devido à complexidade, houve a necessidade de entender melhor como se fazia um site, assim partiu para o curso de construção de sites, na Impacta.
Assim, os sites ficaram sob responsabilidade da Documentação Científica até 2010, quando passaram para o Departamento de Comunicação. Ressalta-se que em 2008, o site sobre doença inflamatória intestinal - www.dii.com.br - foi o quarto colocado no Prêmio Lupa de Ouro da Indústria Farmacêutica. Bem como, o caso do site foi apresentado no 9. CRICS - Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde.


Desde 2008, é coordenadora de um programa de endomarketing, denominado PENSA (Programa de Educação em Saúde) que visa disseminar informações técnicas-científicas sobre os medicamentos numa linguagem mais simples de modo que seja assimilável pela maior quantidade de funcionários, desde o chão de fábrica ao presidente.

As alunas Juliana Reisa e Sheila Silveira apresentaram o perfil do bibliotecário clínico, com a visita da bibliotecária do Hospital Albert Einstein, Priscila Nascimento. Para este profissional, é fundamental a constante atualização e o domínio da recuperação de documentos nas fontes de informação em ciências da saúde, como a base LILACS e a PubMed, entre muitas outras. Entre as muitas atividades e processos que fazem parte da rotina do bibliotecário clínico, destacam-se a atualização do curriculum lattes dos profissionais da saúde, levantamento bibliográfico para alunos e professores e gerenciamento da produção científica em geral, e, em especial, do corpo do próprio hospital. Além disso, este bibliotecário também deve ter um olhar muito cuidadoso com os processos financeiros pois a assinatura e gerenciamento de recursos eletrônicos tem uma forte demanda.

E já é conhecida a grande expansão da indústria do áudio visual no país, que tem reflexo na grande procura do curso no último vestibular da Fuvest, que superou publicidade e jornalismo, tradicionalmente, entre os mais concorridos. Para coletar, catalogar e disseminar tamanha produção fílmica contemporânea, o bibliotecário é o profissional que o mercado pede. Os alunos Renata Postalli, Jennifer Amato, Luana Araújo, Alex Silva, Silvia Souza e Sonia Dias apresentaram Marina Macambyra, que trabalha com documentação audiovisual desde 1982. Marina conta que aprendeu muita coisa na prática, quando foi convidada para organizar a Filmoteca da Escola de Comunicações e Artes da USP, assim que se formou na instituição. Marina gerencia a Base Cena, acervo que contém filmes produzidos pelos alunos, além de obras importantes nacionais e internacionais, documentários, vídeo-arte, programa de TV, peças publicitárias, entre outros documentos. A bibliotecária destaca que é preciso conhecer o acervo e técnicas de indexação para um trabalho de qualidade.

Em todos os perfis apresentados, ficou evidente que o profisisonal deve continuar estudando ao sair da faculdade e que o local de trabalho é a principal fonte de prática para a formação continuada. A complementação virá com cursos livres, de especialização, de mestrado, doutorado, de tal forma que o capital intelectual e social possa se expandir e gerar conhecimento para o próprio profissional e também para a comunidade a qual ele está vinculado.


Além destes perfis, também foram apresentados, entre outros:

Laura Pimentel, Bibliotecária especialista em arquitetura da informação, por Cristiane Silva, Gildásio Santos e Vanessa Paulino.

Bibliotecário autônomo em projetos de organização de acervos e coleções particulares, por Josiane Silva, Mariana Araújo, Nathalia Oliveira, Priscila Amorim e Suellen Magno.

Claudete Silva, Bibliotecária em Segurança da Informação, com Ágata Souza, Aline Benitez, Cláudia Lima, Fabiane Grigolon e Sônia Silva.

Alexandre Miyzato, Bibliotecário da Cinemateca Brasileira, com Alexandre Amorim, Fernando Galante, Gabriela Ribeiro, Jéssica Molinari e Ricardo Luis Costa.

Michelli Sasaki, Bibliotecária em organização da informação virtual - User Experience Designer, com Daniely Niina, Milena Braz, Sidnei Rodrigues e Mônica Henriques.

Adriana Maria de Souza, Bibliotecária especialista em Coaching, com Camila Coppola, Eulália Chaves e Ricardo Medeiros.

Ana Maria Coelho, Bibliotecária especialista em indexação de imagens em movimento, com André Carlos da Silva, Jucélia Oliveira, Mariana de Paula Silva e Nayabe Rodrigues.

Programa +60 da Biblioteca de São Paulo, com Daniel Sanches, Marisa Gusmão, Oseias Vasconcelos, Tamiris Cristiane.

Para ter acesso a todo o material disponível no seminário, envie um email para valls@fespsp.com.br.


Matéria por Roselene Mariane de Medeiros, aluna do sexto semestre noturno.

domingo, novembro 16, 2014

Os Bibliotecários!

Aqui na Monitoria Científica já foi muito discutido a respeito do papel do bibliotecário FORA da biblioteca. Seus estereótipos e suas diferentes versões na ficção como os filmes, livros e séries.

As séries americanas são muito famosas por trazerem um lado diferente para estereótipos já conhecidos, humanizando, mudando e moldando profissões que achamos que conhecemos mas acabam se revelando muito diferentes. Um exemplo disso é HOUSE que mostrou um lado diferente do que é ser médico. Apesar de tratar-se de ficção, a profissão tratada na série instigou a curiosidade de diversos telespectadores a quererem saber mais a respeito, e dessa vez nós teremos a oportunidade de ser abrigados sob os mesmos braços, já que, em dezembro a TNT irá estrear sua nova série chamada “The Librarians” ou “Os Bibliotecários” em tradução livre para o português.

A história fala a respeito de uma série de bibliotecários que viajam através do tempo para impedir que forças do mal influenciem em como os fatos devem ocorrer. A série mescla comédia com ficção, brincando com os estereótipos do bibliotecário enfurnado em uma biblioteca cheia de livros e poeira, além de falar sobre geografia e historia mundial.

Não tem ainda data de estreia no Brasil, mas nos Estados Unidos está marcada para 07 de dezembro! 

Confira a página no facebook e os vídeos de divulgação.


Vídeos do Seminário Integrado

O seminário Integrado da FESPSP ocorreu entre 20 e 24 de outubro com a temática “Os Rumos Estratégicos do Brasil” contando com diversos cursos, palestras, eventos, entre outros. O Canal da FESPSP Comunica filmou grande parte dos eventos realizados e já disponibilizou o material em vídeo no site da FESPSP, confira:

Você também pode conferir os vídeos no canal FESPSP COMUNICA no site de compartilhamento de vídeos youtube:


Se inscreva para não perder nenhum!

As Marcas deixadas nos Livros

A Biblioteca Marido de Andrade está realizando a exposição As Marcas deixadas nos Livros até a segunda semana de dezembro, como uma campanha a favor da preservação dos livros. Juntamente com a exposição a BMA irá oferecer dois cursos sobre pequenos restauros e encadernações, confira o convite!





São 15 vagas para cada uma das oficinas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail bma@prefeitura.sp.gov.br ou pelo telefone 3775-0002.

Novo Coordenador das Atividades Complementares

Na última reunião do Conselho Acadêmico no dia 10 de novembro de 2014 foi definido o novo Coordenador pelas Atividades Complementares, atividade anteriormente realizada pela professora Andreia Gonçalves.
O professor José Mário Mendes assume o posto, ele também é responsável pela disciplina de Inglês Instrumental. Ele está pronto para assumir esse tão importante cargo e o esclarecimento de qualquer dúvida. Os professores deixaram alguns recados para os alunos.

Turminha das atividades complementares,

A partir do próximo semestre o Prof. José Mário Mendes, da disciplina Inglês Instrumental, assumirá a coordenação das Atividades Complementares.  Assim como eu, ele estará disponível para atendê-los e sanar possíveis dúvidas. Eu também estarei disponível para ajudar no que for preciso. Boa atividade para todos!
José Mário, quando eles entregarem os relatórios marcamos um dia para você lançar junto comigo. Assim você vai aprendendo.

Abraço,


Andréia Gonçalves Silva


Olá pessoal, tudo bem?
Como a professora Andréia disse, estou assumindo a coordenação das Atividades Complementares com muito gosto e ansioso para conhecer cada um de vocês. Contem comigo pois estou disponível para atendê-los e, assim como a Profa Andreia, sanar possíveis dúvidas. Em breve nos encontraremos. Abraços. Prof. José Mário



Confira também o blog das Atividades Complementares!

http://acfabcifespsp.blogspot.com.br/

domingo, novembro 09, 2014

7° Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias

O Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias é uma ação da Unidade de Bibliotecas e Leituras (UBL) e tem como objetivo unir profissionais da área e garantir uma discussão a respeito das dificuldades encontradas em bibliotecas públicas e comunitárias, encontrando soluções e levantando debates sobre diversos assuntos como acessibilidade, preconceito, diversidade, entre outros.
O evento está em sua sétima edição e promete ser um espaço para o intercâmbio de experiências e práticas, irá ocorrer entre os dias 17 a 19 de novembro no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo e já tem confirmado em sua programação grades nomes como Maurício de Souza, Fabricio Carpinejar e Laurentino Gomes.



Confira a programação completa:

Inscrições:

SNBU

O Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias está em sua 18ª edição e dessa vez irá acontecer em Belo Horizonte, Minas Gerais, sendo promovido pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) com o tema “Bibliotecas universitárias e o acesso público à informação: articulando leis, tecnologias, práticas e gestão” durante os dias 16 a 21 de novembro.
Contando com profissionais, participantes e pesquisadores de todo o país, alguns dos professores da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo irão representar a instituição e apresentar seus trabalhos em palestras. Confira a programação!

Segunda – 17/11
Estudo de usuários: análise do método dos artigos indexados na base de dados LISA Vânia Martins Bueno de Oliveira Funaro, Adriana Maria de Souza – Universidade de São Paulo (USP) / Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)

Grupo de bibliotecários em Ciências da Saúde: criação e ações desenvolvidas. Vânia Martins Bueno de Oliveira Funaro, Vilma Fernandes – Universidade de São Paulo (USP) /Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) / Hospital Ana Costa – Santos/SP – Grupo de Bibliotecários em Ciências da Saúde

Terça – 18/11
O Centro de Recursos para a Aprendizagem e Investigação (CRAI): um novo modelo de biblioteca universitária Rebeka Lopes Savickas, Flávia Deus Silva, Valéria Martin Valls, Paula Watanabe Martins – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)

Metodologias para o mapeamento de processos em bibliotecas.
Marciléia Aparecida de Paula, Valéria Martin Valls – Universidade Federal do ABC (UFABC)

Quinta – 20/11
O bibliotecário inovador Valéria Martin Valls  – Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Sábado - 22/11
Painel sobre as Instituições Formadoras do Profissional que atua em Bibliotecas Escolares e Pública.
Francisco Lopes representará a FaBCI/FESPSP.



Confira mais sobre o evento no site:

Confira todos os trabalhos e a programação no link:

Monitoria Científica!

Estamos na reta final do semestre e do ano! As provas e trabalhos finais estão ai, assim como nossos prazos de entrega e... a Monitoria Científica! O período de cada monitor é de um ano, e assim como aconteceu com os outros, este está chegando ao fim. Porém, isso não quer dizer que o blog irá acabar, nada disso, apenas que um próximo aluno de Biblioteconomia e Ciência da Informação irá assumir o cargo e continuar esse maravilhoso projeto e trabalho que é ser um meio de comunicação com os alunos e profissionais da área.


Se interessou? Então confira o edital, se inscreva e participe! Não deixe essa chance passar.



Você pode baixar o edital através do seguinte link: 
http://www.4shared.com/office/JgB5XWn_ce/EDITAL_MC_FaBCI_2015.html?


domingo, novembro 02, 2014

Coluna Música e Livros por Bruno Carvalho

Música e Livros é uma coluna escrita por Bruno Carvalho, ex-aluno de Biblioteconomia da FESPSP, que fala a respeito de bandas e o que elas leem, mostrando que música e livros podem ter tudo a ver!

Entrevista com Guiherme Isnard  vocalista da banda ZERØ.

1) Guilherme quando decidiu ser músico, ter uma banda de rock?
Sempre estive envolvido com música em geral e com o rock por afinidade. Queria tocar bateria quando criança, mas meu esperto pai me deu uma flauta doce. Toquei clarim na banda e cantei no coro infantil do Colégio Nova Friburgo – FGV/RJ dos 10 aos 11 anos, quando gravei meu 1° disco com o coral em 1968. Depois toquei tuba na banda do Colégio Peixoto na Gávea/RJ, mas foi só quando fui estudar no Colégio Rio de Janeiro, que toquei na minha 1ª banda de rock, o Grêmio Recreativo Nádegas Devagar, com meus colegas de classe João Luiz Wonderbag Filho e Paulo Zing.
Diferentemente do Lobão que dali seguiu direto para a carreira musical, eu enveredei pelo design de moda e trabalhei exclusivamente com isso até 1982, quando entrei para o Voluntários.

2) Tocou em outras bandas antes de ser cantor da banda ZERØ?
Aliás, cantou em outras bandas?
 Sim, toquei flauta no Grêmio Recreativo Nádegas Devagar e fui cantor, percussionista e saxofonista do Voluntários antes de juntar ao bando que formaria o ZERØ.

3) Como foi participar ativamente da cena de rock em São Paulo nos anos 80? Como era o convívio com as outras bandas?
A cena paulistana nos anos 80 tem uma dimensão hoje que não tinha enquanto acontecia. As bandas tocavam umas para as outras, as mesmas pessoas se revezavam no palco e na plateia. Foi só quando nos franquearam o acesso às rádios e TVs que a coisa ganhou proporção. Em geral as bandas mantinham um bom relacionamento e se respeitavam, mas existiam guetos socioculturais com seus antagonismos e idiossincrasias. Além disso, o sucesso de alguns mexeu um pouco com a cabeça de outros.

4) Guilherme, poderia, por favor, falar um pouco sobre a origem do Zero e as principais influências? De onde veio o nome?
O nome veio de uma lista. ZERØ, por minha sugestão, destacou-se por ter a mesma grafia em diferentes idiomas. Além disso, por remeter ao niilismo filosófico (o que talvez nos tenha tornado populares entre os “Darks” e “Góticos”, apesar de termos nos tornado uma banda de inspiração pós-romântica) e ao Zero – movimento de vanguarda artística alemã que proclamou em 1957 (ano em que nasci) o reinício da arte no pós-guerra.
Criei a marca com o código de barras e o zero cortado, que por ser o símbolo do zero absoluto e ponto neutro de qualquer escala, deveria frustrar brincadeiras que situavam o ZERØ à esquerda ou à direita. Nelson Coelho, um dos guitarristas da formação original, finalizou graficamente o conceito.
A banda não foi formada com o objetivo de seguir essa ou aquela influência e talvez, por isso mesmo a 1ª formação tenha se extinguido. A formação original contrapunha fãs de rock progressivo e art-rock, MPB, American Funk & Soul e Pop-rock o que explica um pouco o som das bandas em que foram tocar depois: Violeta de Outono, Luni, Nau e Dialeto.

5) Como era a cena rockeira na década de 8o comparada aos dias de hoje e o espaço na mídia?
São Paulo nos anos ‘80s era a capital cultural do que então se chamava de 3° mundo. As coisas aconteciam com um pequeno retardo sincrônico é verdade. Mas preciso dizer que meu espanto com a caravana Punk que se dirigia ao SESC Pompéia para assistir ao festival “O Começo do Fim do Mundo” organizado pelo Antônio Bivar em 1982, foi exatamente o mesmo quando presenciei a turba de coturno rumo ao show antológico do The Clash no “Espace Ballard” nos arredores de Paris em 1984, dois anos depois.
Atualmente o rock e a música de conteúdo de uma forma mais abrangente, competem pela atenção da juventude com outras formas de atividades mais sedutoras: internet, videogames, frequência na apresentação local de artistas estrangeiros, etc. A situação é triste, em que pese a existência de ótimas bandas novas no cenário. A dificuldade reside em criar uma massa crítica que dê suporte aos shows e festivais com artistas autorais nacionais.
O espaço na mídia era inexistente, mas foi conquistado ao longo do tempo. Água dura em pedra mole...

6) Como foi a sobre a gravação de "Agora Eu Sei", que teve a participação de Paulo Ricardo, que estava no auge com o RPM?
O RPM praticamente não existia quando o Paulo fez backing vocal em “Agora Eu Sei” e certamente não estava no auge. Se estivesse ele não nos teria dado essa “colher-de-chá”. Ele foi ao ensaio com o Freddy Haiat, adorou a música e me pediu pra chamá-lo se a gravássemos.
O que aconteceu em seguida foi que o RPM estava em negociação com duas gravadoras, assinou com a CBS e nos recomendou ao Jorge Davidson na EMI. Nada mais justo que o convidássemos. Entre a gravação (Janeiro/Fevereiro) e o lançamento (Dezembro) do nosso disco de estreia, a banda dele virou um fenômeno épico.
Tanto é que nossa música de trabalho era, como se convencionava na época, a 1ª faixa do lado A: “Cada Fio Um Sonho”, mas quando os programadores descobriram a participação do Paulo Ricardo na segunda faixa, passaram por cima do planejamento de marketing da gravadora e saíram tocando ela.

7) Tem alguma letra de música do ZERØ que foi inspirada em livro?
Tudo o que escrevo tem origem no que vivo e no que li, mas não há uma composição especificamente baseada em um determinado livro.

8) Quais livros você costumava ler?
Eu sempre fui uma traça de biblioteca. Elas me acolheram durante a adolescência difícil e me pouparam de algumas brigas nos recreios. Meus amigos íntimos me chamam carinhosamente de Visconde de Sabugosa – o sabugo de milho que dormitou esquecido entre os tomos de uma enciclopédia – por que lia por prateleiras e não por gênero.
Antes dos 15 anos já tinha lido de quase tudo. De Monteiro Lobato ao Marquês de Sade, passando por Hermann Hesse, Viriato Correia, Osman Lins, Machado de Assis, José de Alencar, Luis Fernando Verissimo, Aldous Huxley, Scott Fitzgerald, J.D. Salinger, Truman Capote, Henry Miller, Carlos Castañeda.

9) Qual livro está lendo atualmente?
Sou geminiano, não leio um livro de cada vez: “Bowie – A Biografia” por Marc Spitz (não o nadador recordista olímpico), “VIDA” por Keith Richards e James Fox e “1001 Invenções Que Mudaram O Mundo” por Jack Challoner.

10) Pode falar um pouco da letra de Formosa, tem a ver com a Ilha de Formosa?
Não exatamente. Durante a fase de composição a chamávamos de “chinesinha” por conta do riff de guitarra que remetia às filigranas das composições asiáticas. Mais tarde, quando ganhou uma letra A La “Menina Veneno”, achei simpático que o título da canção mantivesse o “espírito chinês” e já que Formosa denominava tanto a capital da China Nacionalista (assim batizada pelos navegadores portugueses do século XVI), quanto a mulher de feições e corpo atraentes e assim ficou decidido o nome da canção.

11) A banda ainda faz shows? Como está a agenda?
Sim, ainda fazemos shows. Eu continuo na estrada ora como ZERØ, ora como Guilherme Isnard e eventualmente, como em Dezembro de 2013 no Cine Joia/SP no nosso aniversário de 30 anos, a formação clássica se reúne para algumas apresentações. Nossa agenda anda fraca, como seria de se esperar nesses tempos de letras chulas, duplos sentidos e onomatopeias toscas. Aguardamos esperançosos novos bons ventos para o rock de conteúdo, mas esperamos conseguir fazer uma bela turnê do aniversário de 30 anos do "Passos No Escuro" em 2015.

12) Fique a vontade para deixar uma mensagem aos leitores do blog, indicar livros.
Aos seus leitores que pretendem lançar-se na aventura da música ou da literatura, eu digo que tenho por lema a frase do “poetinha” Vinicius: “A arte não ama os covardes.”
Há que perseverar, consciente de que as dificuldades, obstáculos e portas fechadas são muitas e as verdadeiramente boas oportunidades são frestas ínfimas de luz nessa escuridão. Com isso em mente e um firme compromisso com a sua verdade, tudo é possível.
Indicar leituras é uma coisa complicada, mas se eu pudesse voltar no tempo, teria lido mais poesia do que prosa. A prosa te aprisiona como uma novela, o que de fato é. A poesia te liberta ao projetar seus pensamentos e percepções em labirintos nunca antes navegados. Independentemente disso, biografias são um grande referencial de experiências de vida e a ficção me seduziu quando li meu primeiro Jules Verne aos 9, 10 anos.

13) Ah é verdade que você desenhava as roupas da banda, fazia as roupas?
É verdade que sempre cuidei do figurino das nossas apresentações. Afinal, de certa forma, foi o desenho de moda que me trouxe de volta para a música. De tanto frequentar shows de rock na Europa e nos EUA para conferir o vestuário da juventude antenada, foi que concluí que enquanto por lá a estética da banda tinha quase tanta importância quanto o som, ou pelo menos o traduzia em atitude, isso não se cogitava por aqui.
Quando percebi que a minha realização artística através do design era uma fantasia inverossímil, desabafei a frustração com a amiga e editora Mônica Figueiredo ao sair do Rose Bom Bom numa madrugada nos jardins em 1982. Na mesma madrugada, algumas horas depois, encontramos com Antônio Bivar que me indicou para uma audição no Voluntários. O resto é história conhecida.

Da esquerda para a direita: o guitarrista Eduardo Amarante, o baterista Athos Costa, o cantor Guilherme Isnard, o baixista Ricky Villas-Boas e o tecladista Freddy Haiat -  Foto tirada em 1985.




Quer participar da Monitoria? Mande um e-mail para monitorcientificofabci@gmail.com

Palestra sobre Geração de Base de Dados por Alisson de Castro.

Na quarta-feira, dia 29 de outubro, Alisson de Castro participou da aula de Geração de Base de Dados no período matutino, dando a palestra a respeito do software ABCD e como o mesmo pode ser utilizado na criação de base de dados para o auxílio no gerenciamento de uma coleção/acervo.

No começo da palestra Alisson contou um pouco a respeito do software e de seu histórico, dissertando sobre a evolução do ISIS e o papel da UNESCO (atual mantenedora do software) e como o mesmo é uma solução de baixo custo e de alto benefício para bibliotecas e centros de documentação.


Após a explicação houve uma hora prática em que os alunos do 4° semestre experimentaram a sensação de inserir uma obra imaginária no banco e criar o seu próprio banco de dados, utilizando das ferramentas e tendo o primeiro contato com o programa, ação que despertou o interesse de muitos e provou que não precisa ser alguém com diploma em Ciência da Computação ou então entender de programação para realizar o trabalho, a única exigência básica é saber o que sua coleção precisa e ter força de vontade.

Para conhecer mais a respeito do ABCD leia esse artigo:
http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo_print.php?cod=766


Quer participar da Monitoria? Mande um e-mail para monitorcientificofabci@gmail.com

Coluna Onde Estão os Bibliotecários? Por Grazielli Moraes

Para mim a biblioteconomia é uma área muito abrangente e que está presente no desenvolvimento intelectual desde a antiguidade. Acho que nós, bibliotecários, temos sempre que resignificar o tamanho da importância da nossa profissão, principalmente pela sua importância durante as centenas de anos. E hoje a área é cada vez mais importante dentro desse contexto de sociedade do conhecimento. Saber pesquisar, identificar a relevância de milhares de conteúdo é um trabalho exigente e de muita utilidade. (Felipe Santos)

Felipe Pereira Alexandrino dos Santos, 27 anos, amante do conhecimento e da busca pelo conhecimento, sempre que possível viaja a fim de descobrir novas culturas e conhecimentos distintos, resolveu ingressar para a biblioteconomia devido a frequentar a Biblioteca Mário de Andrade durante muito tempo, local este que lhe fez conhecer a profissão de bibliotecário. Atualmente é Bibliotecário na Escola de Negócios do Sebrae – SP.



Sou um bibliotecário empreendedor, tive um grande desafio de formatar uma biblioteca moderna, que pudesse atender diversos públicos e conseguir realizar através dos meus conhecimentos e pelo trânsito que criei dentro da instituição. No Sebrae aprendi a importância de conhecer o trabalho de diversas unidades e também a pensar no trabalho e a missão da instituição com diretriz, que me ajuda a desenvolver atividades customizadas que possam suprir as demandas. (Felipe Santos)

O que é ser Bibliotecário Empreendedor?

O bibliotecário empreendedor é aquele que se engaja com a profissão e busca criar, inovar e pensar na unidade, biblioteca, como parte viva da instituição, um ambiente transformador e gerador de ideias. O empreendedor vai à frente, estuda a oportunidade e se agarra a ela. (Felipe Santos)

Formou-se também em Gestão de Patrimônio e Cultura (UNIFAI – Pós Graduação), além disso fez um curso de educação continuada na Fundação Getúlio Vargas sobre Economia Criativa.

Para ele, a FESPSP foi muito importante em sua formação, “... primeiramente, pela diversidade dos professores... isso nos ajuda a enxergar todas as potencialidades que a área nos oferece. Segundo porque é muito bacana estar dentro de uma instituição com história e caldo cultural – isso ajuda com que nós nos sintamos mais pertencidos dentro da discussão intelectual...”.

Felipe acredita que assim como em qualquer outra profissão, na biblioteconomia, é necessário engajamento e participação, e deixa um recado aos novos ingressantes:

“... sejam bem vindos e sintam-se abertos para conhecer e procurar todas as possibilidades da área - principalmente nos estágios e nos trabalhos de classe. A nossa profissão é muito prazerosa para quem gosta de conhecimento. É muito importante estar sempre atualizado e disposto para aprender”.

Para Felipe a biblioteconomia está em um momento muito rico, no entanto, para isso é necessário que haja profissionais mais atuantes como profissionais da informação, além disso, é necessário que participe sempre que possível de eventos, treinamentos e saiba propor, discutir e ser incisivo sempre que possível.

Para finalizar a entrevista, Felipe deixou sua frase preferida para que o profissional e integrantes reflitam sobre a vida tanto pessoal, quanto profissional.


"Compreendemos mal o mundo e depois dizemos que ele nos decepciona"
(Rabidranath Tagore)

Confira também a respeito do PEC que Felipe deu na FESPSP no dia 30 de outubro.
http://monitoriafabci.blogspot.com.br/2014/11/pec-biblioteca-do-sebrae-sp.html


Quer participar da Monitoria? Mande um e-mail para monitorcientificofabci@gmail.com

PEC: A Biblioteca do Sebrae-SP

Semana passada foi divulgado o Programa de Enriquecimento Curricular sobre a Biblioteca do SEBRAE-SP que ocorreu na quinta-feira dia 30 de outubro. O aluno Leonardo Ragacini nos conta o que rolou, confira!

Hoje as 11:30 tivemos na sala 54 a palestra de Felipe Santos sobre a Biblioteca do SEBRAE.  Foi muito enriquecedor ver alguém que soube usar seus recursos de forma a tornar a sua biblioteca um lugar vivo. Como foi dito pela professora Valéria Valls durante a palestra “o grande desafio nem sempre é ter os recursos financeiros”, embora esses sejam necessários, mas ter o poder financeiro não significa que ele será aplicado como se deve.

Felipe contou como encontrou uma biblioteca abandonada, como muitas que ainda são, infelizmente, e aos poucos foi transformando o espaço e trazendo o poder de ser empreendedor e um profissional exemplar. É muito fácil se acomodar e seguir um fluxo vicioso que se arrasta pela empresa que trabalha, mas não se deixar assustar pela quantidade de trabalho e pelos desafios é o que nos faz ser bons Cientistas da Informação e Bibliotecários, pois só ter um CRB é pouco.

O SEBRAE vem com uma proposta muito interessante de transformar jovens ainda no ensino médio em futuros empreendedores a exemplo do que já acontece em outros países, pois muitas empresas no Brasil fecham e sonhos acabam por falta de conhecimento do que é ser empreendedor. Uma jovem que apresenta bem o quanto o espirito empreendedor é importante é Bel Peace que mudou sua realidade de vida com força de vontade.

Com ideia de integrar as ETEC, FATEC e ETIM na escola do SEBRAE junto com instituto  Paula Souza com cursos variados que não visam só mercado de trabalho, mas de fato preparar o jovem para ser um futuro empreendedor, mostra uma forma muito oportuna de mudar o ensino em nosso pais e também integrar a comunidade nesse processo.

Felipe Santos saiu de uma biblioteca abandonado com livros desatualizados, sendo “EuQuipe” e sem uma perspectiva de melhora a curta prazo para fazer o que é hoje uma biblioteca estruturada que conta com mais de 15 mil títulos dos mais variados para atender todas as faixas etárias e modalidades de ensino da escola de negócios do SEBRAE acreditando que o bibliotecário não se pode deixar abater pelas dificuldades e precisa sair da sua zona de conforto e se integrar com todos os setores a sua volta, pois a já batida frase “network é tudo” é mais que verdadeira. Hoje ele já possui melhores condições de trabalho e uma equipe que o ajuda, mas tudo isso porque ele soube ir atrás e batalhar e buscou conhecimento, o que é o nosso papel de bibliotecário até o dia da aposentadoria, e não teve medo de ser empreendedor também.

Como aluno do 2° ano de Biblioteconomia achei palestra muito interessante e me faz refletir sobre que caminhos quero trilhar em 2016 quando tiver meu diploma na mão e que tipo de desafios estarei enfrentando no mercado de trabalho, mas posso dizer que desde já levo comigo a ideia que ser um bibliotecário-empreendedor irá fazer toda diferença onde quer que eu esteja trabalhando.

Colaboração na Matéria: Leonardo Ragacini.


Quer participar da Monitoria? Mande um e-mail para monitorcientificofabci@gmail.com